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Flamengo humilha Vasco. 4 a 1. Diego Alves espetacular

Por ironia, na fácil goleada do time de Jorge Jesus contra a acovardada equipe de Luxemburgo, o destaque foi Diego Alves. O goleiro defendeu dois pênaltis

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

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Diego Alves defendeu dois pênaltis. Na merecida goleada do Flamengo
Diego Alves defendeu dois pênaltis. Na merecida goleada do Flamengo

São Paulo, Brasil

A goleada do Flamengo sobre o Vasco, por 4 a 1, em Brasília, foi mais do que justa. Determinou a superioridade do time de Jorge Jesus sobre o de Vanderlei Luxemburgo.


E a equipe rubro-negra chegou à segunda colocação no Brasileiro, passando o Palmeiras, depois do empate do time de Felipão contra os reservas gremistas.

O líder Santos está a apenas dois pontos.


O recuo excessivo, exagerado, medroso dos vascaínos no segundo tempo proporcionou o vexame. A covardia tática costuma cobrar forte no futebol.

Bruno Henrique, Arrascaeta e Gabigol tiveram toda a liberdade para conseguirem o placar dilatado.


Mas, por ironia, o jogador que desequilibrou o jogo tem nome, sobrenome, e atua no gol do Flamengo. 

Diego Alves.


Mesmo sem o Vasco atacar na segunda etapa, no Mané Garrincha, estádio que custou R$ 2 bilhões de dinheiro público, a defesa do time de Jesus cometeu dois pênaltis.

E coube a Diego Alves defendê-los.

Pikachu e Bruno César sentiram o que Messi e Cristiano Ronaldo também sentiram. Se encolheram diante da explosão muscular, reflexo, agilidade do goleiro.

"Foi a segunda vez que acontece de defender (dois pênaltis em um jogo). Uma foi no Valencia, contra o Atlético de Madrid. Tento encarar isso com naturalidade. É uma coisa diferente. A torcida quer que pegue todos os pênaltis, mas é difícil. Quando se ajuda o time, a gente sai com orgulho do campo", disse o goleiro de 34 anos.

"Sabia o valor dele e acreditei. Dei confiança, coloquei no jogo, e ele sentiu essa confiança. É um excelente goleiro. Não tirá-lo do gol o fez sentir confiança para essa atuação grandiosa", destacou Jesus.

O treinador se referia às falhas do goleiro, principalmente na derrota por 3 a 0 para o Bahia. A partida foi logo após Diego Alves ter garantido o time nas quartas da Libertadores, defendendo pênalti contra o Emelec.

A sua instabilidade é algo estranho.

Mas neste sábaddo, ele foi espetacular em Brasília.

Além de defender dois pênaltis, o goleiro teve ótima presença, nas poucas vezes que o Vasco teve coragem de buscar marcar gols.

Gabigol aproveitou o fraco time vascaíno e também marcou
Gabigol aproveitou o fraco time vascaíno e também marcou

O clássico foi muito fácil de resumir.

No primeiro tempo houve equilíbrio, apesar de o Vasco já estar mais recuado. Houve bolas nos travessões dos dois times. E o Flamengo marcou no final, em belo gol de Bruno Henrique.

Na segunda etapa, Luxemburgo colocou seu time de vez atrás, sonhava com contragolpes em velocidade.

Tudo o que conseguiu foi ter a bola rondando a área vascaína.

Até que Bruno Henrique outra vez marcou, aos cinco minutos.

Em raro ataque vascaíno, Leandro Castán descontou, de cabeça, aos 13 minutos.

Mas Gabrigol e Arrascaeta, cobrando pênalt de Enríquez em Bruno Henrique, marcaram,

Mesmo assim o Vasco seguiu atrás.

Humilhação para a história do clube.

Mas com Luxemburgo tem sido assim.

Vai brigar para não ser rebaixado.

Já o Flamengo chegou de vez para brigar pela liderança, pelo título brasileiro.

Não há a menor dúvida...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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