Logo R7.com
RecordPlus

College 27 eleva nível de imersão nos jogos de futebol americano univeristário

Nova edição do clássico dos videogames de esporte é capaz de proporcionar uma imersão fiel ao dia de jogo de um aluno-atleta

Jarda por Jarda|Lucas FerreiraOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
EA SPORTS™ College Football 27 preza por imersão no esporte universitário Reprodução/EA SPORTS™ College Football 27

A EA SPORTS lançou no último mês o College Football 27, jogo focado na elite do futebol americano universitário dos Estados Unidos. Com 138 equipes, o game se propõe a trazer uma experiência realista de dia de jogo, incluindo estádios extremamente detalhados, tradições das torcidas e entradas em campo individualizadas para cada universidade.

O jogo traz modos clássicos, como partidas individuais e online — seja com os atletas em suas equipes da vida real ou em equipes montadas pelos jogadores do game. Outro formato interessante é o Dynasty, no qual você é o técnico da universidade e é responsável pelo desenvolvimento do programa esportivo, assim como pelo recrutamento dos atletas.


No entanto, o modo mais imersivo do College Football 27 é o Road to Glory. Neste formato, você cria um atleta e tenta estabelecer com ele uma caminhada que te projete ao degrau mais alto do futebol americano, a NFL. É possível construir uma carreira universitária como quarterback, running back, wide receiver, linebacker e cornerback, além de tight end, defensive end e free safety — estes três últimos são novidades na nova versão do jogo.

Assim como no College Football 25, o Jarda por Jarda se aventurou nos campus universitários. Apesar do início difícil, a recompensa viria na última temporada. Confira abaixo os detalhes do Road to Glory e a caminhada do nosso aluno-atleta.


Técnico do time do ensino médio dá dicas para conquistar uma vaga na universidade Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

Só chega à universidade quem se forma no ensino médio

O primeiro passo no modo carreira do College Football 27 é escolher que tipo de atleta universitário você será ao sair do ensino médio. São quatro níveis, que variam entre uma grande promessa, que sai da escola como uma estrela nacional, até um jovem desconhecido. Esses níveis impactam diretamente na atenção que você terá das universidades no processo de recrutamento, além da qualidade do seu personagem ao longo dos anos no college.

Após criar o atleta, é a hora de escolher sua escola no ensino médio. Um fato interessante é a possibilidade de dar o nome que quiser ao colégio, ou seja, é possível personalizar com o nome da instituição em que você estudou na vida real.


Nesta parte do ensino médio, o jogo permite que você atue em trechos de partidas, exigindo que você cumpra determinadas missões, como passar a bola por um determinado número de jardas, entrar e sair de campo sem nenhum passe incompleto ou até não sofrer sacks. Cada missão bem-sucedida aumenta sua reputação com as universidades que você escolheu anteriormente como destinos-alvo.

É possível escolher qualquer uma das mais de 130 universidades presentes no jogo como alvo. No entanto, a reputação do atleta e o sucesso nos desafios serão determinantes para estas instituições realizarem convites ou não.


Por exemplo, no modo campanha que o Jarda por Jarda fez, coloquei como objetivo Ohio State University. Não demorou muito para que o head coach da universidade me procurasse para dizer que admirava o interesse, mas que não teria espaço para mim. Essa dica fez com que eu tirasse Ohio State da minha lista alvo e inserisse outro programa esportivo.

Após o primeiro jogo no ensino médio — destaque para o detalhe do estádio clássico de high school —, Arizona State University me enviou um convite. O técnico dos Trojans enviou uma mensagem que me garantia tempo de jogo já no primeiro ano, uma vez que o estilo de jogo do meu personagem combinava com o playbook do time.

Ao longo do ensino médio, universidade fazem propostas de bolsa de estudo Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

Ao longo do jogo, você recebe uma série de mensagens como essa, seja de treinadores, colegas de time ou de classe, imprensa, conselheiros acadêmicos e até de empresas que buscam parcerias. Cada resposta tem uma consequência. No caso do diálogo com o técnico de ASU, preferi apenas agradecer o convite, mas poderia, por exemplo, publicar nas redes sociais do meu atleta que estava comprometido com a universidade.

A realidade do jogo não está apenas no momento de pisar em campo. Caso você não dê atenção aos estudos ao longo do ensino médio, universidades que são conhecidas pelo bom desempenho acadêmico não enviarão convites para você.

Antes da última partida no ensino médio, o treinador pediu para que a minha lista-alvo fosse reduzida de dez para três universidades. Escolhi Arizona State University, Notre Dame e Oregon. Apesar de ter perdido este último jogo, terminei a carreira no high school como o 79º melhor prospecto dos Estados Unidos, o 4º melhor no estado e o 7º melhor na posição.

A tradicional revelação da escolha da universidade ao escolher o respectivo boné é retratada no jogo Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

O amargar de um sonho

Quem está acostumado com o futebol americano universitário conhece o Dia Nacional de Assinatura. Nesta data, os prospectos que saem do ensino médio anunciam onde jogarão no College Football. É muito comum que estes anúncios sejam transmitidos pela televisão norte-americana, nos quais os jogadores, normalmente, levem bonés das instituições às quais receberam oferta — se você bota o boné da universidade na cabeça, significa que você defenderá aquelas cores nos próximos anos.

O College Football 27 traz esta exata experiência. Como havia colocado como finalistas Arizona State, Notre Dame e Oregon, os bonés destas três instituições estavam diante de mim. Neste momento, foi possível brincar de quase colocar um boné e, em seguida, escolher outro, em um detalhe muito legal de imersão (esta palavra será usada bastante daqui em diante) nesta cultura do College.

Com as três propostas na mesa, decidi por Notre Dame, uma das universidades mais vitoriosas da história do futebol americano universitário e que, inclusive, coloca ouro no capacete dos jogadores. Por ser um programa grandioso, cheguei como o terceiro quarterback da equipe e tentei lutar por espaço.

Ao longo da primeira temporada, estive no banco em todos os jogos, pude participar da entrada do time em campo, idêntica à que Notre Dame faz na vida real. Com visão em primeira pessoa, é possível mexer o pescoço e olhar ao redor do estádio, aumentando a sensação de imersão.

A cada semana você tem um número restrito de moedas de energia que são utilizadas para estudar, treinar, descansar e até aumentar a popularidade com os companheiros e os fãs Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

Infelizmente — ou felizmente —, o jogo às vezes é imersivo até demais. Permaneci por três temporadas em Notre Dame apenas treinando, e nunca consegui chegar a disputar um jogo pela universidade. São propostos desafios entre os quarterbacks para decidir a titularidade, mas não consegui vencer todos a ponto de destronar o QB titular.

Quando o treinador foi mandado embora, achei que teria uma nova chance, mas o head coach seguinte, que havia me prometido que eu teria espaço, colocou um jogador transferido de outra universidade à minha frente na hierarquia da equipe. Acontece, a vida do atleta universitário, em especial dos quarterbacks, é assim.

Joe Burrow, por exemplo, que hoje é um astro da NFL e um dos principais quarterbacks da liga, passou por anos de banco em Ohio State até se transferir para LSU, onde foi campeão nacional e venceu o Troféu Heisman, entregue ao melhor jogador universitário da temporada.

Vendo minha projeção de seleção no Draft da NFL cair ano após ano em Notre Dame, me candidatei ao portal de transferências do College Football. No total, recebi 19 ofertas, em sua grande maioria de universidades ruins ou equipes boas, mas que já tinham quarterbacks titulares. O melhor custo-benefício era Kentucky, então Kentucky será.

Mascote da Universidade de Kentucky Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

Uma nova fase

Com cerca de seis horas de gameplay, ainda não havia conseguido entrar em campo no futebol americano universitário. Após horas treinando e apenas destinando minha energia aos estudos — suas notas podem influenciar o humor dos técnicos — e preparação física, era hora de finalmente entrar em campo.

Estreei com vitória na primeira partida, mas oscilei nos jogos seguintes, com 12 interceptações nos seis confrontos iniciais. O péssimo desempenho, apesar da campanha de três vitórias e três derrotas, fez com que o treinador me colocasse na reserva, para de lá não sair mais nesta quarta temporada no College.

Entrando no quinto ano universitário — e último —, já não havia mais projeção de Draft da NFL. Voltei à titularidade em Kentucky em uma mudança de treinador que, atrelada ao desenvolvimento das habilidades do personagem no jogo, foi capaz de facilitar o desempenho em campo.

Agora, pisando em campo, brinquei bastante com a opção de realizar jogos temáticos. É possível escolher não só a combinação do uniforme da sua equipe, mas também como os torcedores estarão nas arquibancadas: todos de azul, branco ou preto. Este é um hábito que tem crescido cada vez mais entre as universidades e é legal de ver no College Football 27.

Também tentei parar de agir como herói e comecei a fazer jogos mais conscientes, alternando a seleção de jogadas entre corridas e passes. É importante destacar que, a depender do nível de confiança do técnico, você tem um leque de jogadas restrito para escolher.

Com um número muito menor de interceptações e uma defesa forte, foi possível derrotar equipes favoritas fora de casa, como South Carolina e Texas Tech — esta última era ranqueada a sexta melhor do país no momento da vitória.

É válido destacar que enfrentar universidades grandes fora de casa é um enorme desafio, uma vez que o jogo apresenta o Stadium Pulse, um elemento que leva em consideração o barulho da torcida para dificultar o trabalho dos visitantes em campo. Por exemplo, contra Texas Tech, em diversas jogadas não era possível saber qual botão deveria apertar para realizar o passe para determinado atleta. Quanto mais apaixonada a torcida e melhor o momento do time da casa no confronto, pior para os visitantes.

Outra coisa que também atrapalha bastante são os eventuais bugs em jogadas do College Football 27. Nem sempre a formação que você escolhe é executada em campo, o que atrapalha muito a experiência do jogador — e, obviamente, acontece sempre em momentos cruciais. Faltas em movimentações pré-snap, apesar de não serem comuns, também acontecem para os dois lados (espero que resolvam isso durante as atualizações).

Voltando à campanha, estar em campo aumentou o Legacy Score, o que permitiu evoluir mais ainda as habilidades do personagem a um overall maior. É neste contexto que consigo levar Kentucky aos playoffs do College Football como a sexta melhor equipe do país, avançando de fase até a final.

Jogadores de Kentucky levantam troféu após vencer o título nacional Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

Quis o destino (e o jogo) que a final do Campeonato Nacional fosse uma reedição da final da conferência SEC, na qual Kentucky perdeu para Ole Miss por 13 a 9 — jogo feio, cheio de interceptações. Desta vez, apesar de também com muitas interceptações (três), o resultado foi diferente, com vitória do azarão Kentucky por 17 a 10.

Terminei a carreira com 23 jogos, 37 touchdowns de passe e 32 interceptações, e pouco mais de 4.000 jardas. Apesar de números nada impressionantes, ganhar o campeonato nacional e vencer uma série de jogos importantes, como o Fiesta Bowl e o Orange Bowl, me deram a projeção de ser selecionado no 4º round do Draft da NFL.

Será que essa projeção será confirmada? Será que a carreira do nosso jovem atleta será grandiosa na NFL? Em breve a continuação desta saga.

Quadro mostra projeção de posição de Draft na NFL Divulgação/EA SPORTS™ College Football 27

O EA SPORTS™ College Football 27 está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X/S e computadores com sistema operacional Windows.

Não perca nenhum lance! Siga o canal de esportes do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.