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Palmeiras já sabia que Mina queria o Barcelona. Desde 2017

O blog antecipou a vontade do jogador em ir para a Catalunha

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Mina não poderia estar mais feliz com a negociação com o Barcelona
Mina não poderia estar mais feliz com a negociação com o Barcelona

"Mina pediu, quer ser negociado já nesta janela de final de ano para o Barcelona.

Ele acredita estar pronto.


Ganhou vivência, foi campeão brasileiro.

Se impôs como o melhor da posição no clube.


Isso com apenas 23 anos.

Seu tio e empresário Jair Mina, considera o momento ideal, oportuno.


E até chegou a indicar a Alexandre Mattos um substituto para o sobrinho. Felipe Aguilar, 1m91, que fará 25 anos em janeiro, zagueiro do Atlético Nacional e da Seleção Colombiana.

A direção palmeirense já teve várias conversas sobre o tema. E com a postura firme de Mina, parece não haver saída. E deverá aceitar a antecipação da entrega do zagueiro ao Barcelona."


Esse é um trecho do post publicado no dia 17 de dezembro, neste blog. Ou seja, a antecipação do que o Palmeiras só tornou público hoje. Mina quer ir para a Catalunha já, nesta janela do final/início de ano. 

A situação lembra o que aconteceu entre São Paulo e Hernanes. O Barcelona tinha a prioridade para comprar Mina. Mas não quis exercê-la em 2016. Resolveu fazer uma transação com o Palmeiras e Santa Fé, clube colombiano dono do zagueiro. Liberaria a transação com o Palmeiras, por 3,2 milhões de euros, R$ 12,4 milhões. 

Mas desde que houvesse uma cláusula no contrato. O clube catalão teria até junho de 2018 para exercer a compra do zagueiro por 9 milhões de euros, R$ 35 milhões. Era pegar ou largar. O executivo de futebol palmeirense, Alexandre Mattos, aceitou.

Só que o técnico Ernesto Valverde decidiu pedir a antecipação. Precisa do jogador já. O clube acaba de negociar Mascherano com o Hebei Fortune, da China. E deseja o zagueiro.

O tio e empresário do jogador, Jair Mina, foi avisado no final do ano passado. E desde então, Mina, estava mais do que excitado. Avisou ao tio para negociar com o Palmeiras. Ele decidiu ir para a Espanha. Nada de ficar mais um semestre no Brasil. A diretoria do clube paulista soube da decisão do jogador desde dezembro de 2017.

Houve até ligações para Mina. Houve a tentativa de convencê-lo a ficar até junho. Só que o jogador foi impositivo. Não abriria mão da chance de se encorporar ao elenco catalão agora. E disputar a fase decisiva da Champions League e do Campeonato Espanhol.

Alexandre Mattos ainda esperava um milagre. No encontro do jogador, nesta manhã, tentaria convencê-lo a ficar no clube. Mostraria que a equipe estava mais forte. Pronta para ganhar todos os títulos que disputar. E que ele chegaria com mais moral na Espanha.

Só que o jogador de 23 anos tem uma opinião forte. E não cedeu diante da insistência, da argumentação, do pedido de Mattos. Sua decisão já foi tomada e repassada para a direção do clube da Catalunha ainda em dezembro.

Mattos percebeu que seria péssimo negócio segurar o colombiano de 1m95 no Palmeiras. Forçar que cumpra seu contrato. Ele está pronto para o confronto. Seu sonho sempre foi atuar no Barcelona. E não abriria mão pelo clube brasileiro. 

A compensação que Mattos busca é conseguir mais dinheiro pelo jogador. Na Catalunha já se anuncia que o Barcelona pode pagar 12 milhões de euros, R$ 46,7 milhões, para compensar a antecipação. 

E Mattos já analisa com Roger, a sugestão de Jair Mina, para o substituto do sobrinho. Felipe Aguilar, 1m91, que fará 25 anos em janeiro, zagueiro do Atlético Nacional e da Seleção Colombiana.

Foi Paulo Nobre quem pagou, do bolso, a contratação de Mina. Terá o dinheiro de volta
Foi Paulo Nobre quem pagou, do bolso, a contratação de Mina. Terá o dinheiro de volta

Mas não há como disfarçar a desilusão do treinador.

Ele queria muito Mina como seu principal zagueiro.

Só que o jogador resolveu ir para o Barcelona.

Mattos viu nos seus olhos que é impossível demovê-lo desta ideia.

E o acerto com dirigentes espanhóis deverá ser feito nas próximas horas.

Grande parte do que o Palmeiras arrecadar será repassado.

Ficará com Paulo Nobre que bancou, do bolso, a contratação...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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