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Kaká? Leonardo? Cúpula da CBF e Ancelotti avaliam um brasileiro ‘com grande relevância’ ser auxiliar, na vaga do filho Davide, que foi para o Lille

A palavra final será de Carlo Ancelotti. Mas há pessoas importantes da CBF que consideram que um ídolo vencedor, nascido neste país, faria bem ao ciclo, com foco na Copa de 2030. Juan, ex-Flamengo, foi discreto demais. E sem força para ser o escudo do treinador

Cosme Rímoli|Do R7

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Ancelotti e Kaká. Eles já estiveram juntos no Milan e no Real Madrid Reprodução/Instagram/@kaka

São Paulo, Brasil

Um auxiliar direto com relevância.


Currículo vencedor.

E que tenha nascido neste país.


Que conheça profundamente os jogadores brasileiros.

A ideia cresceu nas últimas semanas.


Até porque Carlo Ancelotti precisará de um novo auxiliar.

Seu filho, Davide, preferiu deixar a Seleção Brasileira, depois do fracasso na Copa.


E ir trabalhar no Lille.

A vaga está aberta.

A ideia nasceu de forma discreta na CBF.

Chegou ao ouvido de alguns presidentes de Federações.

E eles gostaram da iniciativa.

A previsão da CBF é que Ancelotti retorne ao trabalho.

Entre hoje e amanhã.

Depois do vexame nos Estados Unidos, com o Brasil terminando em 11º lugar.

Uma das acusações mais repetitivas foi a de que o italiano não conhecia a fundo jogadores brasileiros que foram há pouco tempo para a Europa, quando ele já estava fora do Real Madrid.

E também foi percebida a necessidade de um ‘escudo’.

Ancelotti centralizou todas as decisões.

E foi ele quem deu diversas entrevistas.

Ter um ex-jogador brasileiro vitorioso como auxiliar seria ótimo.

Até para que ele pudesse assumir a Seleção, depois que Ancelotti deixar o cargo, em 2030.

Dois nomes são os mais repetidos.

Kaká e Leonardo.

Os dois trabalharam com o treinador.

Ficaram próximos a ele.

Kaká no Milan e no Real Madrid.

O primeiro encontro entre eles foi descrito na autobiografia do treinador.

“No primeiro dia em que [Kaká] chegou ao Milanello parecia um aluno recém-saído da escola, de óculos, bem penteado. Estava praticamente perfeito. Quando o vi em campo entendi que era um presente do Senhor, porque raramente tinha visto alguém tão forte ou tão bom’.”

Ancelotti e Leonardo. Relação azedou. Mas ambos já teriam feito as pazes Divulgação/PSG

Já em relação a Leonardo, que é outro brasileiro citado, a proximidade entre eles não é das melhores. Por conta do que aconteceu no PSG, onde Leonardo era dirigente.

Também está relatado no livro de Ancelotti.

“Por que dizer a um treinador que ele corre o risco de ser demitido? E se tivesse vencido a partida, o que aconteceria? Permaneceria, claro, mas não me sentiria confortável. Porque àquela altura saberia que tinha perdido a confiança do presidente e do diretor esportivo. Vencemos. Jogamos bem e batemos o Porto por 2 a 1. Assim, não me demitiram. Mas nada para mim mais foi a mesma coisa.

“Não sentia mais o apoio do clube, o que me deixava em uma posição insustentável, sobretudo em um projeto de longa duração como aquele. Por isso, antecipei ao Leonardo que ao fim da temporada iria embora. Leonardo era meu amigo, ou ao menos eu acreditava nisso.

“Mas ele não me deu qualquer explicação por que tinha me tratado daquele jeito. Estava surpreso, uma coisa desse gênero não deve acontecer, no futebol assim como em qualquer outro contexto. Se você quer demitir alguém, demite. Não diga que, se perder, vai demitir.”

Os dois já teriam feito as pazes.

Fica a expectativa.

A possibilidade de auxiliar efetivo brasileiro assuma é real.

O coordenador de Seleções, o ex-jogador do Flamengo, Juan, não tem o tamanho que Ancelotti merece. Quem ouviu uma palavra dele na Copa? perguntou uma das fontes ouvidas pelo blog.

Com a saída de Davide há uma lacuna a ser preenchida.

Cabe a Ancelotti escolher quem assumirá no lugar do seu filho...

Veja também: Zé Lucas revela inspirações e quer fazer história no Cruzeiro

Ex-Sport, volante que assinou com o Cruzeiro até o fim de 2031 rasgou elogios a ídolos do Cabuloso e citou meio-campista da Seleção Brasileira.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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