Carille foge da coletiva. Essa não é postura de um comandante
Treinador do Corinthians não quis falar após o empate em 2 a 2 contra o Goiás. O desgaste do técnico é evidente. Não deve seguir em 2020...
Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

São Paulo, Brasil
Depois de mais uma fraca partida do Corinthians, que acabou com o empate em 2 a 2 com o Goiás, Fábio Carille tomou uma decisão.
Fugiu da entrevista coletiva.
Sabia que seria massacrado por perguntas sobre o fraquíssimo rendimento de seu time.
E preferiu se calar.
Decisão que não agradou a diretoria e conselheiros ligados a Andrés Sanchez.
Carille deixou Janderson e Gustagol darem explicação sobre o jogo.
Atitude que não combina com o comandante do time.
Seu desconforto comandando o Corinthians é evidente.
E ele mesmo deixou pior, voltando diferente da Arábia.
Esqueceu a humildade e suas entrevistas viraram a garantia de discussões, bate-bocas, ironia.
"Pela organização do Brasileiro, acho que devemos terminar em 3º, 4º ou 5º. Mas, pelo que estamos jogando, não"
"Acho que de 63 jogos a gente não fez dez bons jogos no ano. A gente não fez", disse após o empate contra o Athletico Paranaense.
Ninguém no Corinthians gostou de sua declaração. Principalmente Andrés. O dirigente viu um desprezo ao próprio trabalho do treinador como também ao potencial dos seus jogadores.
O silêncio após o 2 a 2 diante do Goiás foi constrangedor.

A situação de Carille, como o blog antecipou, não é nada boa na cúpula corintiana. Não será surpresa se ele não seguir em 2020. Classificando ou não o clube para a Libertadores.
Fugir da coletiva mostra sua insegurança...













