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Veja 7 fatos que mostram o tamanho do vexame do Brasil na Copa do Mundo

Seleção brasileira terminou o Mundial na 11ª colocação e colecionou marcas negativas, apesar de ter o técnico mais bem pago do torneio

Prisma|Jorge NicolaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Brasil terminou a Copa do Mundo de 2026 na 11ª colocação, a pior desde 1966.
  • A seleção foi eliminada nas oitavas de final, algo que não acontecia há 26 anos.
  • O time de Ancelotti teve a pior posse de bola da história em um jogo de Copa, com 34% contra a Noruega.
  • O Brasil registrou recorde de lesões, com sete jogadores contundidos, seis deles do lado direito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ancelotti vai ficar na seleção brasileira até 2030 Rafael Ribeiro/CBF

O sonho do hexa se transformou em um dos maiores vexames do Brasil em Copas do Mundo. Com a conclusão das oitavas de final, é possível mensurar o desempenho da seleção de Carlo Ancelotti.

Foram cinco jogos, com três vitórias, um empate e uma derrota - o 2 a 1 para a Noruega acabou eliminando o Brasil no segundo mata-mata.


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Abaixo, o blog lista sete decepções do Brasil no Mundial de 2026.

1- Pior campanha em 60 anos

O Brasil terminou a Copa do Mundo na 11ª colocação, sua pior posição desde 1966, quando também acabou no 11º lugar. Na oportunidade, a seleção caiu na fase de grupos - eram 16 participantes. Somente uma campanha foi pior: a 14ª colocação na Copa de 1934.


2- Eliminação pra lá de precoce

O Brasil não era eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo há 26 anos. A última desclassificação tão precoce quanto essa havia ocorrido no Mundial de 1990, quando a seleção perdeu para a Argentina por 1 a 0. Nas nove edições seguintes, o Brasil sempre saiu depois.

3- Pior posse da história

A seleção de Ancelotti teve apenas 34% de posse de bola na derrota por 2 a 1 para a Noruega, que causou a eliminação nas oitavas de final. Esse é o pior índice do Brasil em um jogo de Copa do Mundo desde que essa estatística passou a ser medida, em 1966.


4- Menor distância percorrida

O Brasil foi uma das seleções que menos correu na Copa do Mundo. Até o duelo com a Noruega, o país era o 48º e último colocado, com 73 quilômetros por jogo. Após a eliminação contra os noruegueses, o Brasil saltou para 31º, com 98 quilômetros.

5- Menos dribles do que Curaçao

A seleção brasileira é só a 24ª com mais dribles certos entre as 48 que participaram da Copa. A média foi de apenas 7,2 dribles por jogo. Desta maneira, o time de Ancelotti ficou atrás de seleções como Curação, Jordânia, Cabo Verde, Iraque, Panamá, Paraguai e Uruguai.


6- Técnico mais caro do Mundial

Nenhum treinador que esteve na Copa tem vencimentos maiores que os de Carlo Ancelotti na seleção brasileira. A CBF paga ao italiano R$ 5 milhões mensais - serão R$ 6 milhões por mês após a a Copa do Mundo. Na sequência, aparecem Thomas Tuchel, da Inglaterra; Mauricio Pochettino, dos EUA; e Julian Nagelsmann, da Alemanha.

7- Recordista de lesões

O ano de 2026 foi marcado por um recorde de contusões na seleção brasileira. Foram sete baixas definitivas, que causaram desfalques definitivos durante a Copa. Com uma curiosidade: seis dos sete lesionados jogam do lado direito. São eles: Militão, Vanderson, Wesley, Raphinha, Paquetá, Rodrygo e Estevão.

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