Veja 7 fatos que mostram o tamanho do vexame do Brasil na Copa do Mundo
Seleção brasileira terminou o Mundial na 11ª colocação e colecionou marcas negativas, apesar de ter o técnico mais bem pago do torneio
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O sonho do hexa se transformou em um dos maiores vexames do Brasil em Copas do Mundo. Com a conclusão das oitavas de final, é possível mensurar o desempenho da seleção de Carlo Ancelotti.
Foram cinco jogos, com três vitórias, um empate e uma derrota - o 2 a 1 para a Noruega acabou eliminando o Brasil no segundo mata-mata.
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Abaixo, o blog lista sete decepções do Brasil no Mundial de 2026.
1- Pior campanha em 60 anos
O Brasil terminou a Copa do Mundo na 11ª colocação, sua pior posição desde 1966, quando também acabou no 11º lugar. Na oportunidade, a seleção caiu na fase de grupos - eram 16 participantes. Somente uma campanha foi pior: a 14ª colocação na Copa de 1934.
2- Eliminação pra lá de precoce
O Brasil não era eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo há 26 anos. A última desclassificação tão precoce quanto essa havia ocorrido no Mundial de 1990, quando a seleção perdeu para a Argentina por 1 a 0. Nas nove edições seguintes, o Brasil sempre saiu depois.
3- Pior posse da história
A seleção de Ancelotti teve apenas 34% de posse de bola na derrota por 2 a 1 para a Noruega, que causou a eliminação nas oitavas de final. Esse é o pior índice do Brasil em um jogo de Copa do Mundo desde que essa estatística passou a ser medida, em 1966.
4- Menor distância percorrida
O Brasil foi uma das seleções que menos correu na Copa do Mundo. Até o duelo com a Noruega, o país era o 48º e último colocado, com 73 quilômetros por jogo. Após a eliminação contra os noruegueses, o Brasil saltou para 31º, com 98 quilômetros.
5- Menos dribles do que Curaçao
A seleção brasileira é só a 24ª com mais dribles certos entre as 48 que participaram da Copa. A média foi de apenas 7,2 dribles por jogo. Desta maneira, o time de Ancelotti ficou atrás de seleções como Curação, Jordânia, Cabo Verde, Iraque, Panamá, Paraguai e Uruguai.
6- Técnico mais caro do Mundial
Nenhum treinador que esteve na Copa tem vencimentos maiores que os de Carlo Ancelotti na seleção brasileira. A CBF paga ao italiano R$ 5 milhões mensais - serão R$ 6 milhões por mês após a a Copa do Mundo. Na sequência, aparecem Thomas Tuchel, da Inglaterra; Mauricio Pochettino, dos EUA; e Julian Nagelsmann, da Alemanha.
7- Recordista de lesões
O ano de 2026 foi marcado por um recorde de contusões na seleção brasileira. Foram sete baixas definitivas, que causaram desfalques definitivos durante a Copa. Com uma curiosidade: seis dos sete lesionados jogam do lado direito. São eles: Militão, Vanderson, Wesley, Raphinha, Paquetá, Rodrygo e Estevão.
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