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BRASILEIRO 2022
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Gramado do estádio do Mineirão preocupa brasileiros e argentinos

Para não desgastar o campo onde será realizada a partida, as duas seleções abriram mão de fazer a atividade de reconhecimento do gramado

Futebol|Do R7

Estádios de São paulo foram os únicos que não receberam criticas das seleções
Estádios de São paulo foram os únicos que não receberam criticas das seleções Estádios de São paulo foram os únicos que não receberam criticas das seleções

A Copa América está a quatro jogos do final da competição sem conseguir deixar jogadores e seleções satisfeitos com as condições de organização. Em Belo Horizonte, local da primeira semifinal do torneio, nesta terça-feira, entre Brasil e Argentina, novamente o gramado foi alvo de preocupação da seleção brasileira. O coordenador de seleções da CBF, Edu Gaspar, foi ao estádio do Mineirão na manhã do último domingo para fazer uma vistoria.

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O dirigente caminhou pelo local e examinou alguns pontos específicos da grama. Ao contrário do realizado na partida anterior, em Porto Alegre, Edu Gaspar estava sozinho, sem a presença do técnico Tite, e não deve fazer uma nova visita. Antes do jogo contra o Paraguai, na Arena do Grêmio, a dupla foi ao estádio duas vezes em menos de 24 horas, conversou com funcionários e cobrou melhorias.

Após a partida de quartas de final, na última quinta-feira, Tite reclamou muito do gramado e definiu a situação como absurda. "É inconcebível eu vir na segunda-feira aqui, ver que tem cinco pessoas trabalhando e no dia seguinte continuar a mesma coisa, com o gramado ainda prejudicado desse jeito", comentou.

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Dias antes, o argentino Lionel Messi havia feito reclamação parecida sobre o mesmo campo, assim como o uruguaio Luis Suárez. Outras sedes como Salvador e Rio de Janeiro receberam críticas similares. Até agora só Arena Corinthians e Morumbi, ambos em São Paulo, tiveram os gramados poupados de ataques.

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Segundo o Comitê Organizador Local (COL) da Copa América em Belo Horizonte, o Mineirão passou nos últimos dias por um trabalho especial com adubos e iluminação artificial para estar em condições ideais. O órgão considerou a visita de Edu Gaspar como protocolar e confia na qualidade do piso para a partida.

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Pesa a favor do Mineirão o intervalo maior sem receber partidas. O último jogo em Belo Horizonte foi na segunda-feira da semana passada entre Japão e Equador. Portanto, ao contrário de outras sedes, houve a possibilidade do gramado se recuperar por não ser exigido nos últimos dias. O clima na cidade também ajudou, com dias ensolarados e sem chuvas fortes.

Pesa a favor do Mineirão o intervalo maior sem receber partidas. O último jogo em Belo Horizonte foi na segunda-feira da semana passada entre Japão e Equador. Portanto, ao contrário de outras sedes, houve a possibilidade do gramado se recuperar por não ser exigido nos últimos dias. O clima na cidade também ajudou, com dias ensolarados e sem chuvas fortes.

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Ainda assim, há um cuidado grande para a semifinal da Copa América. Nesta segunda-feira, dia do treino de véspera, as duas seleções abriram mão mais uma vez de fazer a atividade de reconhecimento do gramado, como é comum em torneios desse tipo. A ordem é continuar a poupar os campos de jogo.

O Brasil vai realizar a atividade na Cidade do Galo, o CT do Atlético-MG, e só depois do trabalho Tite vai ao Mineirão para conceder a entrevista coletiva oficial e obrigatória pré-jogo. Apenas antes dos jogos contra Bolívia, no Morumbi, e Peru, na Arena Corinthians, a seleção manteve o cronograma habitual de treinar na véspera no local da partida.

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Logística

A Copa América vai aumentar também o cuidado com o deslocamento dos times. Na última sexta-feira, o Chile pegou trânsito ao sair do hotel em São Paulo e se atrasou para o jogo contra a Colômbia, na Arena Corinthians. O zagueiro brasileiro Thiago Silva reclamou desse aspecto da organização. "A logística de hotel, em dia de jogo, tem sido muito difícil. Podia ter sido feito um pouco melhor", afirmou.

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