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Quartas de final da Copa reforçam que a hegemonia europeia segue absoluta

Do outro lado, Argentina e Marrocos resistem à presença esmagadora da Europa na reta final do Mundial

Arena Atual|Daniel RiveraOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Europa reafirma sua hegemonia no futebol com seis seleções entre as oito melhores da Copa do Mundo de 2026, igualando o recorde de 2018.
  • Argentina e Marrocos são as únicas seleções fora da Europa a chegar às quartas de final, desafiando o domínio europeu.
  • A França mantém sua consistência, alcançando as quartas de final pela quarta vez consecutiva, enquanto a Inglaterra e a Espanha também demonstram regularidade.
  • Marrocos continua a surpreender, chegando às quartas de final pela segunda vez consecutiva, reforçando seu crescimento no futebol africano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group I - Norway v France - Boston Stadium, Foxborough, Massachusetts, U.S. - June 26, 2026 France's Kylian Mbappe with Norway's Erling Haaland after the match IMAGN IMAGES via Reuters/Winslow Townson IMAGN IMAGES via Winslow Townson/Reuters - 26.06.2026

Com seis representantes entre os oito melhores do torneio, o Velho Continente iguala seu recorde recente e reafirma a hegemonia construída nas últimas décadas, enquanto Argentina e Marrocos tentam desafiar a supremacia europeia.

Não anda nada fácil pra seleções de fora da Europa. A Copa do Mundo de 2026 reforça uma realidade cada vez mais evidente no futebol internacional, que a hegemonia europeia segue absoluta.


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O chaveamento das quartas de final escancara o domínio do Velho Continente, que coloca seis seleções entre as oito melhores da competição, igualando a marca registrada na edição de 2018.

Restam apenas duas equipes de fora da UEFA na disputa pelo título: a atual campeã Argentina, representando a América do Sul, e o Marrocos, que mantém vivo o crescimento do futebol africano.


Os números ajudam a explicar o cenário

Nas últimas cinco Copas do Mundo, a presença europeia nas quartas de final tem sido dominante. Em 2010, foram três seleções classificadas, quatro em 2014, seis em 2018, cinco em 2022 e novamente seis em 2026. A sequência evidencia a força estrutural, técnica e tática das principais seleções do continente, que continuam ocupando a maior parte da elite do futebol mundial.

Além da quantidade, chama atenção a consistência dos gigantes europeus. A França alcança as quartas de final pela quarta Copa do Mundo consecutiva, sequência iniciada em 2014. Nesse período, conquistou o título em 2018 e foi vice-campeã em 2022.


A Inglaterra, por sua vez, confirma sua regularidade ao chegar entre os oito melhores pela terceira edição seguida, enquanto a Espanha volta a disputar esta fase pela primeira vez desde a histórica campanha do título mundial de 2010.

A Bélgica também retorna às quartas após ficar ausente desde sua grande campanha em 2018. Já Noruega e Suíça protagonizam histórias marcantes. Os noruegueses alcançam essa fase pela primeira vez em sua história, enquanto os suíços encerram um jejum de 72 anos sem figurar entre os oito melhores do planeta.


Argentina e Marrocos

Do outro lado, apenas duas seleções resistem ao domínio europeu. A Argentina confirma mais uma vez sua impressionante regularidade em Mundiais e segue firme na defesa do título conquistado em 2022.

Desde o início do século 21, os argentinos só ficaram fora das quartas de final em duas oportunidades, consolidando-se como a principal força fora da Europa.

O Marrocos também reforça que sua campanha histórica no Catar não foi um acaso. Os africanos chegam pela segunda vez consecutiva às quartas de final da Copa do Mundo e seguem escrevendo um dos capítulos mais importantes da história do futebol do continente, sonhando em superar a quarta colocação obtida em 2022.

Com seis representantes europeus e apenas dois desafiantes vindos de outros continentes, as quartas de final de 2026 simbolizam o atual equilíbrio de forças do futebol mundial. O funil da competição mostra que, para conquistar a taça mais cobiçada do planeta, o caminho continua passando, majoritariamente, pelo Velho Continente.

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