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Ministro do Esporte manifesta otimismo com destinação dos estádios após a Copa do Mundo

Aldo Rebelo volta a negar a existência de 'elefantes brancos' entre os 12 estádios do Mundial

Copa das Confederações 2013|Da Agência Brasil

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Rebelo volta a atirar contra os críticos da Copa de 2014
Rebelo volta a atirar contra os críticos da Copa de 2014

O destino dos estádios de futebol construídos para os jogos da Copa do Mundo de 2014 não preocupa o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Ele rebateu nesta quinta-feira (16) a possibilidade de algumas arenas serem subaproveitadas após a competição. O ministro sustentou que os estádios terão outras destinações além da esportiva.

— Sou bastante otimista para o destino desses estádios. O espaço interno do estádio de Natal, chamado Arena das Dunas, está sendo comercializado com o melhor preço por metro quadrado de toda a cidade, [também] destinado a lojas, bancos e comércio. Da mesma forma [os estádios de] Cuiabá e Manaus têm recebido visitas de muitos interessados em sua administração. São estádios voltados para o futebol, mas também a outros eventos esportivos e como espaços comerciais para espetáculos, convenções, congressos, feiras, muito importantes para essas metrópoles. Manaus não dispõe de um espaço semelhante ao que está sendo construído, como a Arena da Amazônia, nem Mato Grosso e Brasília, da mesma forma.


Faltando exatos 30 dias para o início da Copa das Confederações, o ministro participou de coletiva de imprensa ao lado do secretário-geral da Fifa (Federação Internacional de Futebol), Jérôme Valcke, e do presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador Local), José Maria Marin.

Aldo defendeu a escolha de 12 cidades-sede para a Copa do Mundo, dizendo que o objetivo era integrar todo o país, sem excluir nenhuma região.


— O problema não é agigantar a Copa. É que o Brasil é um país gigante e não havia sentido fazer a Copa do Mundo só no Sul e no Sudeste. Corretamente, nós fizemos todo o esforço para que a Copa fosse de todo o Brasil. E para isso tem que ter uma sede na Amazônia e no Pantanal.

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O secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, também defendeu a escolha de um número maior de cidades-sede como estratégia de desenvolvimento.

— O principal ponto é que o Brasil entendeu que a Copa do Mundo é uma oportunidade para promover o desenvolvimento nacional e desenvolvimento regional. Quanto maior o número de cidades-sede, mais capacidade nós temos de estruturar em cada uma delas um catalisador para o desenvolvimento regional.

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse aos jornalistas que a Copa do Mundo no Brasil vai gerar um total de R$ 8 bilhões (US$ 4 bilhões) em receita bruta e informou que não existe mais cotas à venda para empresas patrocinadoras. A última cota foi adquirida por uma rede de lojas de material esportivo. Até o momento, 76% dos ingressos para a Copa das Confederações já foram vendidos.

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