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BRASILEIRO 2022
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Saiba o que falta para Ancelotti, plano A da CBF, assumir a seleção brasileira

Ednaldo Rodrigues está disposto a esperar o treinador terminar o contrato com o Real Madrid; Ramon faria parte da comissão

Futebol|Do R7

Ancelotti é o plano A da seleção brasileira
Ancelotti é o plano A da seleção brasileira Ancelotti é o plano A da seleção brasileira

No dia 17 de janeiro, Tite foi até a sede da CBF, no Rio de Janeiro, para assinar a sua rescisão contratual.

Desde então, a seleção brasileira não tem um treinador definido, situação que completa cinco meses neste sábado (17), quando o Brasil ganhou da Guiné por 4 a 1, em amistoso realizado na Espanha.

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Assim como foi em março, na derrota para o Marrocos, a Amarelinha foi dirigida por Ramon Menezes, técnico das categorias inferiores.

O motivo para que a Confederação Brasileira de Futebol ainda não tenha decidido quem será o novo treinador da seleção tem nome e sobrenome: Carlo Ancelotti.

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O italiano, que dirige o Real Madrid, da Espanha, é a "menina dos olhos" do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. O comandante da entidade, inclusive, chefia a delegação brasileira na Europa, pois deseja ter um encontro presencial com Ancelotti para apresentar o projeto verde e amarelo ao profissional.

A questão é que, ao fim da temporada europeia, Ancelotti curte as férias, e a possibilidade maior é de um encontro entre Ednaldo e representantes ou intermediários do treinador.

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Foram esses interlocutores, inclusive, que fizeram o meio de campo para que Carlo soubesse do interesse da seleção brasileira desde a saída de Tite. Porém, o italiano está focado em cumprir o seu contrato com o Real, que vai até o meio do ano que vem.

E até onde a CBF pode "esticar a corda" para fazer deste "flerte" um casamento depende de Ancelotti. A entidade máxima do futebol brasileiro está disposta até mesmo a esperar que o técnico cumpra o seu vínculo com a equipe espanhola e assuma a seleção brasileira somente no ano que vem.

Mas, para isso acontecer, o encontro presencial será fundamental para que, pelo menos, um compromisso verbal seja firmado entre as partes e garanta que Carlo assumirá o comando da Amarelinha a partir do segundo semestre de 2024.

Se Ancelotti se mostrar disposto a comandar a seleção brasileira após o término do seu contrato com o Real Madrid, até mesmo a possibilidade de contratar um interino indicado pelo italiano é levantada pela CBF, que também admite ser possível promover Ramon Menezes para esse cargo e buscar um novo comandante para as categorias inferiores.

Menezes, assim, faria parte da comissão do novo treinador, podendo exercer a função de auxiliar.

Até aqui, Carlo Ancelotti é o plano de A a Z da CBF para comandar a seleção. Outros nomes que circulam não são vistos como possibilidades concretas neste momento, pois não juntam todos os fatores procurados pela entidade máxima do futebol brasileiro, que deseja a contratação de um técnico com currículo, respeitado internacionalmente e que venha a agregar na diretoria da confederação.

Com quatro títulos, Carlo Ancelotti é o treinador que mais conquistou Jorge Jesus, por exemplo, que é a opção de mercado mais fácil no momento. Ele deixou o comando do Fenerbahçe, da Turquia, no último fim de semana, e estaria muito interessado em dirigir a seleção, mas possui as ressalvas por conta do histórico temperamental, que, na visão da CBF, poderia atrapalhar as relações institucionais.

Esse perfil também afasta Abel Ferreira, do Palmeiras, da função, mesmo com o histórico vencedor do português no futebol brasileiro.

Opções que não são estrangeiras, como Fernando Diniz e Dorival Júnior, que também já foram discutidas internamente, não têm a força e a popularidade buscadas pela CBF, após tanto tempo procurando um profissional para comandar a Amarelinha no ciclo até a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.

E aí, quem vem? Veja a situação de cada um dos cotados a assumir a seleção brasileira

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