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Marin afirma que campanha eleitoral na CBF é 'intriga'

Presidente da CBF se recusa a comentar 'briga' entre Del Nero e Sanchez

Copa das Confederações 2013|Do Estadão Conteúdo

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Marin fala em "sucessão natural" ao final do seu mandato, em 2015
Marin fala em "sucessão natural" ao final do seu mandato, em 2015

O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), José Maria Marin, classificou como "especulação e intrigas" a movimentação de clubes e federações para a sua sucessão - a eleição está marcada abril de 2014, mas o eleito só assumirá o cargo no primeiro semestre de 2015. Os nomes mais cotados para disputar o pleito são os do presidente da FPF (Federação Paulista de Futebol), Marco Polo Del Nero, e do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez.

— Existe um calendário, que está sendo cumprido. Nós não vamos nos omitir. Haverá uma sucessão natural, tranquila. Sobre especulação e intrigas, eu não tenho tempo para isso.


O dirigente afirmou que nesse momento a sua preocupação é dar tranquilidade para que Luiz Felipe Scolari conquiste a Copa do Mundo de 2014 e que o ambiente político não interfira na seleção.

— Os processos eleitorais na Federação Paulista e na CBF vão ser conduzidos de forma natural e sem perturbar o nosso principal objetivo que é conquistar a Copa do Mundo. A prioridade é dedicarmos todo o nosso trabalho e a nossa atenção à Copa do Mundo no nosso país - disse.


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O presidente da CBF voltou a dizer que nem mesmo um eventual fracasso na Copa das Confederações, no próximo mês, provocaria mudanças no comando da seleção brasileira.


— É claro que queremos ganhar essa Copa das Confederações, mas como não estamos participando das Eliminatórias, a competição vai servir para entrosar mais a seleção brasileira. Se por ventura nós não conseguirmos conquistar a Copa das Confederações, em nada vai alternar o trabalho do Felipão.

José Maria Marin também garantiu que não trabalhará contra nenhum candidato opositor.

— Todo cidadão que tiver a justa pretensão de se candidatar é legítimo. Considero isso perfeitamente normal. Nós vivemos em um país democrático e eu sou um democrata. Não quero entrar na discussão de nomes ou possibilidades.

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