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Juninho sugere que seleção brasileira cante hino nacional de costas no Ceará

"Seria um gesto de solidariedade em um momento de esperança de real mudança", disse o meia

Seleção Brasileira|Do R7

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"O protesto não tiraria o foco da partida", argumenta Juninho
"O protesto não tiraria o foco da partida", argumenta Juninho

Mesmo atuando pelo New York Red Bull desde o início deste ano, o meio-campista Juninho Pernambucano segue atento ao cenário esportivo e político nacional. Em apoio aos movimentos de protesto que se estendem pelo Brasil, o experiente atleta, de 38 anos, sugeriu aos jogadores da Seleção que cantem o Hino de costas para bandeira no duelo com México, nesta quarta-feira, às 16 horas (de Brasília), no Castelão.

O jogador escreveu em sua conta no Facebook:


— Uma sugestão seria neste jogo de amanhã (quarta-feira), contra o México, todos cantarem o hino de costas para a bandeira e assim mostrariam que eles entendem que o futebol não é mais importante que o povo brasileiro. Seria um gesto de solidariedade em um momento de esperança de real mudança.

Em 2006, Juninho Pernambucano defendeu a equipe verde-amarela na Copa do Mundo, na Alemanha, e foi titular na derrota por 1 a 0 contra a França, nas quartas de final. O meio-campista chamou atenção ao chorar durante a execução do Hino Brasileiro, e foi um dos atletas mais emocionados antes do jogo.


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— Isso não tiraria de nenhuma maneira o foco da partida, nem influenciaria a atuação da equipe e sim, dessa vez, seria uma cobrança mundial do tamanho da história da nossa seleção e uma contribuição a essa esperança.


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Revelado para o futebol profissional pelo Sport, em 1991, Juninho atuou pela primeira vez pela seleção brasileira em 1999. O meio-campista atingiu seu auge sob comando do treinador Carlos Alberto Parreira, sendo campeão da Copa das Confederações de 2005 e participando da Copa do Mundo de 2006.


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Confira a nota:

"Tenho acompanhado aqui dos Estados Unidos as manifestações do povo. E penso que o futebol tem que participar disto tudo. Acho que seria uma grande oportunidade para os jogadores da seleção mostrarem que estão acreditando na mudança do nosso país, apoiando um protesto pacífico e não esquecendo de todo sofrimento e dificuldades que passaram até chegar onde estão..."

Leia a reportagem completa na Gazeta Esportiva

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