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Zverev marca a primeira conquista de um Grand Slam por um alemão desde 1996

Após uma final intensa, o alemão quebra jejum e se consagra campeão de um Grand Slam

Cabeça de Chave|Ari PeixotoOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alexander Zverev venceu Flavio Cobolli na final de Roland Garros em uma partida de 5 sets, conquistando seu primeiro título de Grand Slam.
  • Zverev começou dominando a partida, ganhando o primeiro set por 6/1, mas Cobolli reagiu e levou a decisão para o quinto set.
  • A vitória de Zverev marca a primeira conquista de um Grand Slam por um alemão desde Boris Becker em 1996.
  • Após a vitória, Zverev expressou sua emoção e alívio, destacando a importância do título para sua carreira e equilíbrio no circuito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O alemão Alexander Zverev e o italiano Flávio Cobolli decidem o título de Roland Garros Corinne Dubreuil/ATP Tour

Não foi fácil, como muita gente previa.

Franco favorito, Alexander Zverev dominava as bolsas de apostas numa proporção de 65% a 35% contra Flavio Cobolli quando a final de Roland Garros começou.


E o primeiro set parecia confirmar isso. Sacha passeou em quadra e fechou em 6/1 em pouco mais de meia-hora.

Mas, do outro lado da quadra, o italiano não parecia disposto a concordar com as estatísticas.


E venceu o 2º set por 6/4.

Diante de uma Phillipe Chartrier lotada, o duelo entre os finalistas seguiu adiante.


Zverev venceu o 3º set (6/4) e Cobolli o 4º, o único que foi para o tiebreak (7/6[5]).

No início da 5ª e decisiva parcial, o que os espectadores no estádio e na televisão viam eram os dois jogadores bem cansados. Mas ainda assim trocando bolas com intensidade.


A partida prosseguiu e, desta vez, por erros do italiano e virtudes do alemão, Zverev abriu 4/0. Cobolli ensaiou uma reação, venceu de zero o quinto game e abriu a perspectiva de, novamente, quebrar o favoritismo do adversário.

Um favoritismo que, como o blog antecipou no início da semana, caiu no colo de Zverev depois que Alcaraz não foi, Sinner e Djokovic foram eliminados e os next gen, Jodar, Fonseca e Mensik, ficaram pelo caminho. Sacha já tinha chegado a 3 finais de Grand Slam e perdido todas.

E foi classificado por John McEnroe como o “melhor jogador da história do tênis masculino a nunca ter conquistado um Grand Slam”.

Mas a reação foi só um ensaio mesmo. E assim a partida terminou com o mesmo placar com que começou, 6/1.

3 sets a 2 para Zverev, e o primeiro título para um alemão desde 1996, quando Boris Becker venceu o Australian Open em 1996.

Desta vez, Zverev nadou, nadou e chegou vivo à praia. E Roland Garros tem um campeão inédito, que fugiu do trio Nadal-Djokovic-Alcaraz.

A queda na quadra após o ponto final e o choro compulsivo mostram que o título era não só desejado, como necessário para manter um certo equilíbrio no circuito.

Além de aliviar o peso das derrotas em finais de torneios Majors. Como ele disse na coletiva do dia anterior, E já assinou a placa da parede dos campeões, inaugurada este ano.

Na entrevista após a partida, Flavio Cobolli disse que estava triste, mas reconheceu que ninguém merecia mais o título do que Zverev.

Depois de erguer o troféu com prazer e orgulho, e abraçá-lo com carinho, o alemão ouviu o hino do seu país. E, sem soltar a Copa dos Mosqueteiros, elogiou o time de Cobolli, agradeceu à organização do torneio, aos boleiros e ao público.

Disse que a quadra traz para ele as piores e as melhores lembranças do tênis (foi na Phillipe Chartrier que ele sofreu a pior lesão da carreira). E finalizou dizendo que já perdeu muito, mas agora é um campeão de Grand Slam.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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