Zverev marca a primeira conquista de um Grand Slam por um alemão desde 1996
Após uma final intensa, o alemão quebra jejum e se consagra campeão de um Grand Slam
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Não foi fácil, como muita gente previa.
Franco favorito, Alexander Zverev dominava as bolsas de apostas numa proporção de 65% a 35% contra Flavio Cobolli quando a final de Roland Garros começou.
E o primeiro set parecia confirmar isso. Sacha passeou em quadra e fechou em 6/1 em pouco mais de meia-hora.
Mas, do outro lado da quadra, o italiano não parecia disposto a concordar com as estatísticas.
E venceu o 2º set por 6/4.
Diante de uma Phillipe Chartrier lotada, o duelo entre os finalistas seguiu adiante.
Zverev venceu o 3º set (6/4) e Cobolli o 4º, o único que foi para o tiebreak (7/6[5]).
No início da 5ª e decisiva parcial, o que os espectadores no estádio e na televisão viam eram os dois jogadores bem cansados. Mas ainda assim trocando bolas com intensidade.
A partida prosseguiu e, desta vez, por erros do italiano e virtudes do alemão, Zverev abriu 4/0. Cobolli ensaiou uma reação, venceu de zero o quinto game e abriu a perspectiva de, novamente, quebrar o favoritismo do adversário.
Um favoritismo que, como o blog antecipou no início da semana, caiu no colo de Zverev depois que Alcaraz não foi, Sinner e Djokovic foram eliminados e os next gen, Jodar, Fonseca e Mensik, ficaram pelo caminho. Sacha já tinha chegado a 3 finais de Grand Slam e perdido todas.
E foi classificado por John McEnroe como o “melhor jogador da história do tênis masculino a nunca ter conquistado um Grand Slam”.
Mas a reação foi só um ensaio mesmo. E assim a partida terminou com o mesmo placar com que começou, 6/1.
3 sets a 2 para Zverev, e o primeiro título para um alemão desde 1996, quando Boris Becker venceu o Australian Open em 1996.
Desta vez, Zverev nadou, nadou e chegou vivo à praia. E Roland Garros tem um campeão inédito, que fugiu do trio Nadal-Djokovic-Alcaraz.
A queda na quadra após o ponto final e o choro compulsivo mostram que o título era não só desejado, como necessário para manter um certo equilíbrio no circuito.
Além de aliviar o peso das derrotas em finais de torneios Majors. Como ele disse na coletiva do dia anterior, E já assinou a placa da parede dos campeões, inaugurada este ano.
Na entrevista após a partida, Flavio Cobolli disse que estava triste, mas reconheceu que ninguém merecia mais o título do que Zverev.
Depois de erguer o troféu com prazer e orgulho, e abraçá-lo com carinho, o alemão ouviu o hino do seu país. E, sem soltar a Copa dos Mosqueteiros, elogiou o time de Cobolli, agradeceu à organização do torneio, aos boleiros e ao público.
Disse que a quadra traz para ele as piores e as melhores lembranças do tênis (foi na Phillipe Chartrier que ele sofreu a pior lesão da carreira). E finalizou dizendo que já perdeu muito, mas agora é um campeão de Grand Slam.
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