Palco da estreia da seleção brasileira, estádio é conhecido por grande número de lesões
Arena dos times de Nova York, Jets e Giants, possui gramado sintético, substituído pela FIFA para a Copa do Mundo

O Brasil inicia neste sábado (13) a caminhada em direção ao hexa do Copa do Mundo da FIFA. A seleção de Carlo Ancelotti encara o Marrocos no Estádio de Nova York Nova Jersey, casa das equipes de futebol americano da cidade de Nova York, Jets e Giants.
O placo da estreia brasileira, no entanto, é conhecido pelas suas lesões. Desde 2020, mais de 15 jogadores já sofreram lesões nos ligamentos do joelho ou rompimento do tendão de Aquiles, incluindo as estrelas Aaron Rodgers, à época quarterback dos Jets, e Malike Nabers, wide receiver dos Giants.
Na temporada passada, o técnico do Green Bay Packers, Matt LaFleur, criticou o gramado do estádio, atrelando à “superfície dura” a lesão do running back da equipe, Josh Jacobs.
Em 2023, os administradores do estádio atualizaram o gramado para uma versão aprimorada de piso sintético chamada FieldTurf Core. Segundo levantamento da ESPN, as lesões, de fato, diminuíram na arena desde a atualização.
Para a Copa do Mundo, a FIFA assumiu o controle dos estádios semanas antes para adaptações, incluindo a alteração dos comuns gramados artificiais norte-americanos por grama natural. A expectativa é de que os campos tenham o já conhecido padrão FIFA de qualidade.
Ao longo do mundial, o Estádio Nova York Nova Jersey receberá oito partidas, incluindo a final da Copa do Mundo, em 19 de julho.
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