Logo R7.com
RecordPlus
Cosme Rímoli - Blogs

Messi pela frente. Caminho para o hexa ficou complicado. Japão nos 16 avos; Noruega, nas oitavas; Inglaterra, nas quartas; semi contra a Argentina. E a final

A última rodada da fase de grupos deixou traçado o mais provável destino da Seleção, caso ela consiga vencer os seus jogos. E prevaleça a lógica, aqui nos Estados Unidos

Cosme Rímoli|Cosme RímoliOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Brasil e Argentina na semifinal da Copa do Mundo. Se o time de Ancelotti passar por Japão, Noruega e Inglaterra. E o time de Messi seguir ganhando IMAGN IMAGES via Reuters/Maria Lysaker — 22.06.2026

Houston, Estados Unidos.

A última rodada de grupos, que terminou nesta madrugada, não surpreendeu ninguém.


Principalmente envolvendo o caminho que o time de Carlo Ancelotti precisa percorrer se quiser voltar a ser campeão mundial, depois de 24 anos.

Se houver a lógica e os favoritos vencerem seus confrontos, a Seleção não terá vida fácil.


A começar pelo Japão, ao meio-dia amanhã (14 horas para o Brasil), aqui em Houston.

A bem da verdade, o time é o mais fraco no início desta fase mata-mata.


Ancelotti ‘descobriu’ a equipe e repetirá a escalação pela primeira vez desde que assumiu o comando da Seleção.

Colocará uma equipe ofensiva. Marcando forte a saída de bola japonesa, para tentar liquidar a partida o mais rápido possível. Virou uma questão de necessidade.


No verão inclemente norte-americano, mesmo atuando no estádio climatizado NRG, contra os nipônicos, o melhor dos mundos seria abrir uma boa vantagem e poupar jogadores para os adversários mais fortes.

A começar pela Noruega, que colocou time reserva contra a França, para descansar seus atletas, principalmente Haaland, para os 16 avos que será contra a perigosa Costa do Marfim.

Partindo do princípio de que a consistência do time europeu superará a força atlética, o conjunto e a vibração dos africanos, eles enfrentariam o Brasil.

Não há dúvida de que, na comparação jogador por jogador, o time de Ancelotti é muito melhor tecnicamente.

Supondo que tudo corra em um roteiro dourado, a Seleção vencendo, a Inglaterra deverá ser o confronto das temidas quartas de final, fase em que o Brasil foi eliminado nas Copas de 2018 e 2022 por um europeu. Bélgica e Croácia.

O time de Kane mostra força física, aliada à técnica da jovem geração. É uma equipe muito versátil. Não vive mais de bola aérea.

Depois, supondo que a Argentina siga imbatível, o confronto pela semifinal contra o time do sensacional recordista Lionel Messi, com seus 19 gols em todas as Copas do Mundo.

Ele tem incendiado não só a Seleção Argentina, mas o mundo todo. Por conta de seus gols, vibração, letalidade e liderança. Isso aos 39 anos.

Scaloni conseguiu vencer em seguida a Copa América, a Copa do Mundo e a Copa América, de novo.

Aliás, a arrancada desse time campeão mundial foi vencer a primeira Copa América em 36 anos, dentro do Maracanã, com o Brasil com Neymar em forma.

Se Ancelotti conseguir fazer a Seleção vencer esse superclássico mundial, restaria a sonhada final.

Espanha e França são as favoritas para lutarem do outro lado da Copa do Mundo.

Porém, é nesta fase eliminatória que as grandes zebras costumam aparecer. Todo o cuidado é pouco. E a dedicação precisa ser completa.

O Brasil não pode errar.

Para não viver outra frustração.

O caminho é complicado.

Mas é possível...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.