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Jogadores estavam irritados. E Diniz acaba com boato sobre Cavani

Atletas do São Paulo, que tiveram salários cortados pela metade, estavam tensos. Acompanhando absurdos boatos sobre Cavani, R$ 7,4 mi mensais

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

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Não será em 2020 que Cavani jogará no endividado São Paulo
Não será em 2020 que Cavani jogará no endividado São Paulo

São Paulo, Brasil

Silêncio, muitas vezes significa revolta.


Os jogadores do São Paulo combinaram não se pronunciar abertamente sobre a redução de 50% nos salários, por conta do coronavírus.

Já valeu para o mês de março. 


O combinado é que o dinheiro será reposto depois da pandemia.

Ninguém gostou da decisão, que veio de cima para baixo.


Não foi conversa, foi determinação, ordem do inseguro presidente Leco.

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Os atletas se calaram e foram para as férias também impostas pela diretoria.


Foi quando Lugano, escudo do inseguro Leco, e que tem o pomposo cargo de superintendente de relações institucionais, deu entrevista para uma rádio argentina, Clube Octobre 947, sobre o interesse do Boca Juniors por Cavani.

"Creio que antes do Boca ele vem comigo para o São Paulo. Se vier para a América do Sul. Venho falando com ele faz tempo, não é de agora. Faz anos", disse o ex-zagueiro e ex-companheiro do atacante na seleção uruguaia.

Conselheiros e até alguns dirigentes ficaram ansiosos, começaram a sonhar com o artilheiro.

E as conversas em grupos de WhatsApp seguiram cada vez mais sonhadoras.

Cavani ficará livre no meio do ano.

Seu salário é de R$ 7,4 milhões.

A cada 30 dias, o PSG deposita essa quantia.

Os jogadores do São Paulo sabem ler.

E leram nos portais.

O clube que cortou metade dos seus salários desejava um jogador que recebe R$ 7,4 milhões. Lógico que não gostaram.

Não pararam para pensar que o interesse é imaginário.

Endividado, o clube chegou a atrasar salários em 2020.

O inseguro Leco sabe que não pode desejar Cavani.

Alexandre Pato. Um craque no domínio do papel higiênico
Alexandre Pato. Um craque no domínio do papel higiênico

Mas o treinador Fernando Diniz, que entra em contato constantemente com os atletas, percebeu a irritação de alguns com os boatos.

E Diniz acabar publicamente com a situação.

"Não podemos trabalhar dessa forma", disse o treinador à rádio Transamérica.

Ele teve de ser firme, negando qualquer possibilidade.

Para acabar com a tensão que já atingia alguns atletas, que acreditaram no bizerro boato.

Fernando Diniz percebeu que tinha de acabar com o bizarro boato
Fernando Diniz percebeu que tinha de acabar com o bizarro boato

Enquanto isso, no mundo real, Cavani avalia se jogará no Atlético de Madrid ou Napoli.

Pato pode continuar a treinar com papel higiênico em casa e colocar no instagram.

Tranquilo.

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