Filipe Luís tem a promessa de orçamento de R$ 880 milhões em contratações. Por isso aceitou o Monaco, depois do ‘não’ ao São Paulo, Atlético e Cruzeiro
O ex-treinador do Flamengo decidiu começar sua carreira na Europa. E foi para o Monaco por ter a promessa de ‘carta branca’ para uma profunda reformulação. Com R$ 880 milhões para gastar em reforços. Plano é acabar com o domínio do PSG
Cosme Rímoli|Do R7

Nada de Bayer Leverkusen.
Muito menos São Paulo, Atlético e Cruzeiro, para quem virou as costas.
Filipe Luís foi convencido por seu empresário, o português Jorge Mendes, de que o melhor lugar para começar sua carreira internacional, na Europa, é o Monaco.
Assumirá o clube francês depois da Copa do Mundo.
Por que a escolha da equipe que pertence ao bilionário russo Dmitry Rybolovlev, 67%, e 33% à família real Grimaldi, a que controla o principado de Mônaco?
Porque Jorge Mendes conseguiu ‘carta branca’ de Rybolovlev, de quem é muito próximo, para Filipe.
E ele já está escolhendo cuidadosamente um elenco com força para desbancar o bilionário elenco do PSG.
Há a promessa de ter à disposição nada menos do que 150 milhões de euros, cerca de R$ 880 milhões, em reforços.
Como assinou contrato até junho de 2028, ele terá duas temporadas para colocar um ambicioso plano em ação.
Primeiro, levar o time a disputar a Champions League de 2027/2028.
O clube terminou o Campeonato Francês na decepcionante sétima colocação, o que só garantiu a disputa da UEFA Conference League, a terceira competição europeia em importância.
Filipe Luís será apenas o sétimo treinador brasileiro a assumir um clube da elite europeia.
Antes, apenas seis: Sylvinho (Lyon), Abel Braga (Olympique de Marselha), Leonardo (Milan e Internazionale), Luiz Felipe Scolari (Chelsea), Ricardo Gomes (Lyon) e Vanderlei Luxemburgo (Real Madrid).
O grande impasse foi decidido de maneira original.
Como Filipe Luís ainda não fez o curso que habilita a Licença PRO da UEFA, seu auxiliar, o espanhol Ivan Palanco, assinará a súmula dos jogos como se fosse o técnico principal.
Outro fator preponderante para a escolha de Filipe Luís pelo Monaco está no executivo Thiago Scuro, brasileiro, que é o diretor-geral do futebol no clube francês.
Na profunda reformulação que Filipe Luís deverá fazer, não há a garantia de que duas estrelas midiáticas sigam no clube.
Pogba e Ansu Fati.
O ex-treinador exigiu e terá ‘carta branca’.
Para indicar e dispensar os jogadores que quiser...
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