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Insegurança e tensão dominam Fernando Diniz e Corinthians na Argentina. Time contava com a liderança de Memphis contra o Rosário. Pressão na Libertadores

Foi uma surpresa desagradável para Fernando Diniz a desistência do Corinthians em seguir com Memphis. Treinador já havia conversado com o holandês. Seria sua principal arma ofensiva amanhã, contra o Rosário Central. Os jogadores também sentiram a perda do líder corintiano. O clima é tenso na véspera do jogo mais importante de 2026

Cosme Rímoli|Do R7

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Fernando Diniz. Surpreso. Decepcionado. E tenso. Sabe que o jogo contra o Rosario Central será ainda mais difícil sem Memphis Rodrigo Coca/Corinthians

São Paulo, Brasil

Um argumento fortíssimo fez com que Fernando Diniz aceitasse trabalhar no Corinthians: trabalhar com Memphis Depay.


O presidente Osmar Stabile disse ao treinador, quando negociou sua contratação, que ele poderia contar com o holandês como seu líder técnico.

Diniz já havia conversado informalmente com Memphis, explicando que o ‘seu’ Corinthians priorizaria o ataque. Bem ao contrário do que acontecia com Dorival Júnior.


O treinador chegou em abril e jamais pôde escalar Memphis.

Na semana passada, ele voltou a falar com o holandês, dizendo da responsabilidade dos jogos do Corinthians, nas oitavas de final da Libertadores, contra o Rosario Central. A primeira partida será amanhã.


Memphis falou que poderia contar com ele. Iria fazer o que pudesse para ajudar o Corinthians a ganhar a Libertadores, que ele sabia ser prioridade em 2026.

Fernando assegurou que ele seria peça ainda mais fundamental amanhã, por não ter Yuri Alberto, contundido. As principais jogadas ofensivas ficariam em sua incumbência.

Mas Diniz foi surpreendido ontem, pouco antes do embarque para a Argentina, com a desistência do Corinthians em seguir com o holandês.

O treinador perdeu seu principal jogador, que jamais pôde comandar.

E sente que a cobrança será enorme sobre ele e os jogadores, em caso de eliminação.

Mesmo sendo a diretoria que não conseguiu a renovação.

Diniz está profundamente contrariado, frustrado.

E exposto.

Ele não se preparou para não ter Memphis na Libertadores.

Stabile tenta acalmá-lo, afirmando que a decisão de não renovar foi da diretoria.

Mas Fernando Diniz tem certeza de que a mídia e a torcida, em caso de fracasso do Corinthians, o apontarão como alvo.

Os jogadores também estão decepcionados. Contavam com a liderança de Memphis.

O clima é tenso na véspera do jogo mais importante do Corinthians em 2026.

Veja também: Diniz fala sobre desfalques e elogia 'recomeço' de Pedro Raul no Timão

Após bater o RB Bragantino, treinador do Corinthians projeta time para duelo contra o Rosario Central pela CONMEBOL Libertadores.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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