‘Nepo babies’ da bola: conheça os filhos de ex-jogadores que estão na Copa
Entre os representantes da nova geração estão Luca Zidane, Damian Bobadilla e Marcus Thuram
Futebol|Do R7
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A Copa do Mundo não reúne apenas algumas das maiores estrelas do futebol atual. O torneio também marca a ascensão de uma geração de jogadores que herdou sobrenomes famosos e cresceu sob a sombra de pais que já viveram o maior palco do esporte.
Conhecidos nas redes sociais como “nepo babies” — termo usado para definir filhos de celebridades que seguem os passos dos pais —, diversos atletas chegaram ao Mundial carregando um legado familiar diretamente ligado à história das Copas.
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Veja alguns ‘nepo babies’ que estão na Copa
Erling Haaland (Noruega)
Principal estrela da seleção norueguesa, Haaland é filho de Alf-Inge Haaland, ex-meio-campista que defendeu a Noruega na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. O pai participou da histórica geração norueguesa que voltou ao Mundial após 56 anos de ausência.
Marcus Thuram (França)
O atacante francês segue os passos de Lilian Thuram, um dos maiores defensores da história da França. O pai foi campeão mundial em 1998, vice-campeão em 2006 e também esteve na Copa de 2002. Lilian marcou dois gols na semifinal contra a Croácia em 1998, os únicos de sua carreira pela seleção.
Justin Kluivert (Holanda)
Filho de Patrick Kluivert, Justin carrega um dos sobrenomes mais famosos do futebol holandês. Patrick disputou a Copa de 1998 e marcou um dos gols da Holanda na semifinal contra o Brasil, além de ter sido um dos principais atacantes da seleção no fim dos anos 1990.
Giuliano Simeone (Argentina)
O atacante argentino é filho de Diego Simeone, atual treinador do Atlético de Madrid. Como jogador, o ex-volante disputou as Copas do Mundo de 1994, 1998 e 2002 pela Argentina.
Simeone ficou marcado especialmente pelo duelo contra a Inglaterra no Mundial de 1998, quando uma falta sofrida por ele resultou na expulsão de David Beckham. O episódio gerou grande repercussão e criou uma rivalidade entre os dois atletas, que acabaram se reconciliando depois.
Nico Paz (Argentina)
Uma das promessas da seleção argentina, Nico é filho de Pablo Paz, zagueiro que integrou o elenco da Argentina na Copa de 1998. Assim como o pai, o jovem desponta como um dos talentos da nova geração argentina.
Damian Bobadilla (Paraguai)
O meio-campista do São Paulo é filho de Aldo Bobadilla, goleiro que participou das Copas do Mundo de 2006 e 2010 pela seleção paraguaia. O pai também foi um dos principais nomes do Paraguai durante a década de 2000.
Luca Zidane (Argélia)
Filho do lendário Zinédine Zidane, o goleiro Luca chega ao Mundial defendendo a Argélia. O pai foi o grande nome da conquista francesa em 1998, quando marcou dois gols na final contra o Brasil, além de ter sido vice-campeão mundial em 2006.
Lee Tae-Seok (Coreia do Sul)
O lateral sul-coreano é filho de Lee Eul-Young, integrante da seleção da Coreia do Sul que alcançou a histórica semifinal da Copa de 2002, melhor campanha de um país asiático na história do torneio.
Mamadou Sarr (Senegal)
O defensor senegalês é filho de Pape Sarr, que participou da inesquecível campanha do Senegal na Copa de 2002. Naquele Mundial, a seleção africana fez história ao derrotar a então campeã França na estreia.
Kristian Thorstvedt (Noruega)
O meio-campista herdou a paixão pelo futebol do pai, Erik Thorstvedt, goleiro titular da Noruega na Copa do Mundo de 1994. O ex-jogador também teve passagem marcante pelo futebol inglês.
Tyler Bindon (Nova Zelândia)
O zagueiro protagoniza uma história familiar diferente. Sua mãe, Jenny Bindon, foi goleira da Nova Zelândia nas Copas do Mundo Femininas de 2007 e 2011. Juntos, tornaram-se a primeira dupla de mãe e filho a disputar competições organizadas pela Fifa.
Angus Gunn (Escócia)
O goleiro escocês é filho de Brian Gunn, que defendeu a Escócia na Copa do Mundo de 1990. Naquele torneio, Brian enfrentou a seleção brasileira na fase de grupos.
Alexander Sørloth (Noruega)
O atacante também representa uma família ligada às Copas. Seu pai, Gøran Sørloth, integrou a seleção da Noruega no Mundial de 1994, geração que ajudou a recolocar o país entre as principais seleções europeias.
Francisco Conceição (Portugal)
Filho de Sérgio Conceição, o atacante português carrega o legado de um dos nomes mais conhecidos da seleção lusitana no início dos anos 2000. O pai disputou a Copa do Mundo de 2002.
Giovanni Reyna (Estados Unidos)
O meio-campista norte-americano é filho de Claudio Reyna, um dos maiores jogadores da história da seleção dos Estados Unidos. Claudio participou de quatro Copas do Mundo e chegou a usar a braçadeira de capitão da equipe.
Sebastian Berhalter (Estados Unidos)
Filho de Gregg Berhalter, Sebastian tem uma ligação dupla com a seleção americana. O pai disputou Copas como jogador e, anos depois, comandou os Estados Unidos como treinador em Mundiais.
Jordan Ayew (Gana)
Jordan é filho de Abedi Pelé, considerado um dos maiores jogadores africanos de todos os tempos. Apesar da carreira brilhante, o pai nunca conseguiu disputar uma Copa do Mundo por Gana.
Timothy Weah (Estados Unidos)
Filho de George Weah, vencedor da Bola de Ouro de 1995 e ex-presidente da Libéria, Timothy vive uma situação curiosa.
O pai alcançou sucesso individual histórico, mas jamais conseguiu levar a Libéria a uma Copa do Mundo.
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