Neymar não veio com a Seleção para a Filadélfia. Mas quer vir para exercer sua liderança. Dar confiança aos companheiros contra o Haiti
O jogador ficou fazendo tratamento em New Jersey, porque não há os recursos específicos da concentração brasileira aqui na Filadélfia. Ele não pode jogar, mas há a expectativa de que venha para incentivar os demais jogadores na partida decisiva de hoje. Se o departamento médico liberar

Filadélfia, direto dos Estados Unidos.
São 120 quilômetros entre o Lincoln Financial Field, estádio aqui na Filadélfia, e a concentração brasileira, em New Jersey.
Cerca de uma hora e meia, nas estradas sempre congestionadas dos Estados Unidos.
A partida é à noite, 20h30 daqui, 21h30 do Brasil.
Contra o Haiti, com a necessidade de uma goleada, se possível, na briga pela liderança do grupo C.
Neymar não veio com a delegação porque não há aparelhos específicos, todos juntos, que o jogador precisa para se recuperar do estiramento na panturrilha direita.
Ele não veio com a delegação para fazer tratamento em New Jersey. Está na fase final de recuperação. No máximo, duas sessões de fisioterapia, alternadas com treino físico.
Ou seja, à noite estará liberado.
De acordo com a apuração do blog, ele quer vir para a Filadélfia para estar junto com os seus companheiros, mesmo sem poder entrar em campo.
Para exercer sua liderança, passar confiança ao time, que é instável emocionalmente.
O jogador de 34 anos sabe de sua importância para a atual Seleção.
Só que sua liberação depende dos departamentos médico e físico.
Se não acharem conveniente o desgaste, por que Neymar voltaria com os atletas, de madrugada, após a partida, banho e entrevistas.
E provavelmente perderia o treino da manhã do sábado.
Daí a dúvida.
Na cobertura diária da Seleção nesta Copa, está mais do que evidente que os jogadores se sentem seguros com a presença de Neymar.
Sabem que ele serve não só de referência, mas de escudo para o time.
“O Neymar é importante pelo que ele significa hoje e por toda sua carreira vitoriosa. Quanto mais estiver com o time, é melhor”, diz Marquinhos.
“Ele é o nosso líder. É bom tê-lo em todas as horas. Ele passa confiança e firmeza para o grupo. Além de ser muito amigo”, resume Vinicius Júnior.
A definição não foi passada para a imprensa.
Só o comunicado oficial que ele não viajaria com o time para o jogo.
Nada impede que venha após seu tratamento.
Mas não será surpresa se Neymar surgir com os companheiros, no banco, de última hora, sem poder jogar. Só para passar confiança a um time instável psicologicamente.
Pelo menos é o que ele gostaria...













