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Brasil tenta deslanchar na Copa do Mundo contra freguês gigante

Haiti tem retrospecto terrível nos jogos contra a seleção: 0% de aproveitamento e média de quase oito gols sofridos por jogo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil enfrenta o Haiti na Copa do Mundo de 2026, buscando se recuperar do empate contra Marrocos.
  • Histórico de confrontos entre Brasil e Haiti é amplamente favorável ao Brasil, com 100% de vitórias e placares elásticos.
  • Brasil é o 5º no Ranking da Fifa, enquanto o Haiti ocupa a 85ª posição, destacando a diferença entre as equipes.
  • Ancelotti planeja mudanças na equipe, enquanto Neymar não participa da partida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ancelotti fez mistério em relação á escalação contra o Haiti Rafael Ribeiro/CBF — 18.06.2026

Dizem que não existe mais bobo no futebol. Mas, a julgar pelo retrospecto, o Haiti sempre foi um enorme tolo nos duelos contra o Brasil. Adversário ideal para a seleção de Carlo Ancelotti deixar uma boa impressão na Copa do Mundo de 2026 e se recuperar do empate contra Marrocos, no último sábado. Brasil e Haiti se enfrentam às 21h30 desta sexta-feira na Filadélfia, pela segunda rodada.

Será o quarto jogo entre as seleções, com três vitórias e 100% de aproveitamento para o Brasil. Só que o que mais chama atenção é o placar dos confrontos: 7 a 1, 6 a 0 e 9 a 1. No total, são 23 gols anotados pelos pentacampeões e apenas dois sofridos.


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É bem verdade que o último duelo aconteceu há dez anos. Foi na Copa América de 2016 e o Brasil aplicou 7 a 1 em jogo da Copa América. Coutinho marcou três vezes, Renato Augusto fez dois, enquanto Gabigol e Lucas Lima completaram.

A diferença entre os dois times é enorme. O Brasil é atualmente o 5º colocado no Ranking da Fifa, enquanto o Haiti aparece apenas no 85º lugar. Ancelotti completou quatro jogos sem derrota, enquanto o rival perdeu três dos últimos cinco confrontos.


Diante de tudo isso, vencer é obrigação. De preferência, por goleada. Nem tanto pela classificação para o mata-mata, que deverá vir, mas para ser o primeiro da chave. Desta maneira, o Brasil evitaria os confrontos contra França e Espanha antes da final.

Ainda sem Neymar, que nem viajou para a Filadélfia, enquanto adquire uma condição física melhor, o Brasil vai a campo nesta sexta-feira com mudanças. Ancelotti chegou a brincar que trocaria até cinco atletas, depois afirmou que fará menos mexidas e, pela primeira vez, decidiu esconder a escalação final.


As dúvidas, na teoria, estão na lateral direita (entre Danilo e Ibañez), no meio-campo (entre Casemiro e Fabinho) e na função do nove (entre Igor Thiago, Matheus Cunha ou Endrick). Mas especula-se que Marquinhos possa ser poupado e Paquetá não está 100% garantido.

Após empatar em 1 a 1 contra Marrocos, na estreia, o Brasil acabou ultrapassado pela Escócia, que venceu o Haiti por 1 a 0. Pela classificação à próxima fase e pela honra do futebol brasileiro, qualquer vitória por menos de dois gols na Filadélfia será encarada como um enorme tropeço. E não é para menos, concorda?

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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