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Raphinha e Vini Júnior são reflexo do péssimo trabalho de Ancelotti

Atacantes, que arrebentam em Barcelona e Real, transformam-se em jogadores comuns em mais uma partida ruim da seleção

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Raphinha e Vinícius Júnior têm desempenhos excepcionais em Barcelona e Real Madrid, mas não conseguem brilhar pela seleção brasileira.
  • Barcelona e Real Madrid oferecem melhores condições e companheiros mais decisivos que a seleção brasileira.
  • Carlos Ancelotti, técnico da seleção, é criticado por suas escolhas táticas, como a insistência em quatro atacantes.
  • O empate em 1 a 1 contra a Austrália e a falta de perspectiva geram insatisfação entre os torcedores brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Raphinha teve mais uma partida abaixo da média com a camisa da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF - 25.06.2026

Raphinha tem 14 gols e três assistências em oito jogos pelo Barcelona na atual temporada. Já Vinícius Júnior foi eleito o melhor do mundo pela Fifa em dezembro de 2024. A dupla, protagonista nos gigantes Barcelona e Real Madrid, mais uma vez decepcionou no empate em 1 a 1 do Brasil contra a Austrália, na manhã desta sexta-feira (25), em Townsville.

O problema é que Raphinha e Vini nunca conseguem brilhar pela seleção brasileira, e existem algumas explicações para tal.

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A primeira delas: hoje, Barcelona e Real Madrid são bem melhores do que o time de Carlo Ancelotti. No Barça, Raphinha é parte importante de uma engrenagem que funciona como música. Ele tem três, quatro, cinco chances claras de gol por partida. No Brasil, uma ou outra.

Já Vini atua no Real Madrid ao lado de caras muito mais decisivos do que na seleção. Ele olha para o lado e tem Mbappé. Um pouco atrás, estão Bellingham, Valverde e Arda Guller.

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Carlo Ancelotti também tem culpa no cartório. Técnico mais caro entre todas as seleções do mundo, o italiano chegou à CBF com um currículo admirável, mas comete erros de um iniciante.

A insistência em quatro atacantes vista nesta sexta-feira é inexplicável. O Brasil teve Estevão, Raphinha, Endrick e Vini esperando a bola nos pés, sem ninguém para construir jogo no meio. Detalhe: Estevão e Raphinha podem jogar como 10.

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Não fosse estrangeiro, Ancelotti talvez já tivesse sido até demitido. Como havia acontecido na Copa do Mundo, a seleção foi extremamente bagunçada. Coletivamente, é um time com enormes dificuldades.

Apesar da péssima condição do gramado, o 1 a 1 diante dos australianos teve sabor de derrota. E a falta de perspectiva hoje talvez seja o pior de tudo para o povo brasileiro.

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