Conheça 5 craques jovens que o Brasil pode perder para outras seleções
Joias são destaque na Europa e, apesar de terem nascido em solo brasileiro, já brilham por outras nações na base
Seleção brasileira|Carol Malheiro, do R7*
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O Brasil tem uma lista extensa de jogadores que se naturalizaram e fizeram história por outras seleções. A exemplo de Deco (Portugal), Diego Costa (Espanha), Pepe (Portugal) e Jorginho (Itália), os dois últimos, inclusive, foram fundamentais para os títulos da Eurocopa de 2016 e 2021, respectivamente.
E a seleção brasileira pode ter novas perdas importantes nos próximos anos. Cinco jovens destaques na Europa defendem seleções de base do Velho Continente, apesar de terem nascido no Brasil.
Maycon Cardoso, Bayern de Munique (Portugal)
Maycon Cardoso estreou pelo profissional no Bayern de Munique em 2026 e já é considerado uma das maiores promessas do futebol alemão. Filho do ex-atacante do Santos, Douglas Cardozo, o jovem nasceu no Brasil e chegou a integrar a base do Peixe, mas se mudou para a Tailândia muito cedo por conta da carreira de 14 anos do pai por lá.
Foi por meio de um projeto no país asiático, o STB Academy, que ele chamou a atenção do Bayern e da seleção de Portugal. Atuando como ponta, Cardoso se destaca pela habilidade e pelos dribles, que casam perfeitamente com o estilo do “joga bonito” brasileiro.
João Costa, Al-Ettifaq (Portugal)
Ponta de 20 anos, João Costa começou a carreira nas categorias de base do Palmeiras, onde atuou do sub-11 ao sub-15, até fazer uma troca ousada e passar a atuar pelo rival Corinthians. Antes de subir para o profissional, o jogador chamou a atenção de clubes europeus como a Roma e terminou a formação na Itália.
Chamando atenção na base, o jovem começou a ser convocado tanto pela seleção brasileira quanto pela portuguesa, em que atuou como o camisa 10 da equipe. No meio de 2024, João tomou mais uma decisão surpreendente e se transferiu para o Al-Ettifaq. Apesar de ter saído do radar, o ponta coleciona bons números na Liga Árabe.
Belinho, Dinamo Zagreb (Croácia)
Rafael Gomes Cirino, mais conhecido como Belinho, surgiu na base do Vasco, mas, aos 11 anos, mudou-se para a Croácia com a família por conta do trabalho do pai. Não demorou para ele chamar a atenção do Dinamo Zagreb, onde colecionou títulos nas categorias de base.
A Federação Croata se antecipou à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no processo de conseguir a naturalização do jovem e garantir um planejamento para que ele chegue ao time principal do país. Na base, o ponta de 17 anos recebeu sondagens de gigantes europeus como Barcelona e Real Madrid. Ele subiu ao profissional nesta temporada pelo NK Kustošija, time de Zagreb da segunda divisão croata.
Renato Marin, PSG (Itália)
Aos 19 anos, Renato Marin chamou atenção ao estrear como titular do gol do PSG nesta temporada. Considerado o futuro da posição no clube francês, o jovem goleiro começou na base do Palmeiras ao lado de nomes como Endrick e Vitor Reis, e ainda cedo foi para o São Paulo.
Nascido na capital paulista, Marin também tem nacionalidade italiana, por isso se transferiu para a base da Roma, clube pelo qual chegou ao profissional. Ele é chamado de forma recorrente pela seleção de base da Itália.
Isago da Silva, Chelsea (Inglaterra)
Filho de Thiago Silva, Isago está seguindo os passos do pai tanto na posição quanto no clube. Atuando pela base do Chelsea, o zagueiro de 17 anos nasceu no Rio de Janeiro, mas atua pela seleção de base da Inglaterra, sendo convocado de forma recorrente.
O jovem assinou o primeiro contrato profissional da carreira pelos Blues em 2026 e pode receber as primeiras chances pelo time em breve. Apesar de jogar pela Inglaterra, Isago tem uma forte conexão com o Brasil e com o Fluminense, time que revelou o pai.
*Sob supervisão de Guilherme Fagundes
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