Hora da verdade no futebol americano universitário: conheça os playoffs do College
Principais programas esportivos do país se enfrentam em jogos eliminatórios em busca do campeonato nacional
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Brasil receberá pela primeira vez na história uma partida de futebol americano universitário, em agosto de 2026. Mas antes da próxima temporada começar, precisamos de um campeão para o ano de 2025, não é mesmo?
Para chegar até a final, as equipes entraram em campo nos últimos três meses ao longo de quase todos os fins de semana. Como são mais de cem programas na eleite do futebol americano universitário, é claro que nem todos os times se enfrentaram.
E não se espante: mesmo se a sua universidade vencer todos os jogos da temporada, isso ainda não garante que ela esteja no College Football Playoffs.
Isto acontece porque os times são ranqueados por 62 especialistas, que toda semana, de maneira individual, selecionam as 25 melhores escolas até aquele momento.
Por ser uma seleção completamente subjetiva, a discussão sobre algumas escolhas deste comitê vira conversa de bar nos campus universitários.
Em teoria, estes jornalistas avaliam a “qualidade” como os times venceram — se o adversário era bom ou ruim, se a vitória foi elástica ou não, se a equipe está em uma boa sequência, etc.
Pode parecer coisa de louco, mas é uma tradição que se mantém desde 1936 e vale aquela máxima: em time que está ganhando não se mexe.
Uma modificação mais recente foi a introdução dos playoffs. Iniciados em 2014, as partidas eliminatórias no final da temporada chegaram para botar fim a essa discussão de que o comitê de jornalistas era paneleiro, em bom português (pelo menos para os cariocas).
O primeiro ano do formato reunia os quatro melhores times do país, ao invés de apenas os dois mais bem ranqueados, que antigamente se enfrentavam em jogo único pelo título nacional.
Neste ano, o formato comporta 16 times, com os quatro melhores de folga na primeira semana de playoffs.
Os jogos elimintaórios começaram no fim de semana do dia 20, com vitórias fácies de Ole Miss e Oregon sobre Tulane e James Madison, respectivamente, e batalhas apertadas que consagraram Alabama e Miami contra Oklahoma e Texas A&M.
Nesta quarta-feira (31), último dia do ano, o fã de futebol americano tem um prato cheio. Miami enfretará Ohio State no Cotton Bowl, um dos seis bowls de Ano Novo. Além do Cotton Bowl, fazem parte dessa seleta lista: Fiesta Bowl, Orange Bowl, Peach Bowl, Rose Bowl e Sugar Bowl.
Como ainda temos oito equipes vivas na disputa e quatro delas jogarão mais uma vez para decidir quem vai para a final, estas partidas são organizadas nestes seis bowls. Alguns destes eventos tem origem no começo dos anos 1900 e sempre reuniram as melhores equipes do futebol americano universitário.
Em 19 de janeiro, as equipes que sobreviveram a esta maratona disputam a grande final.
Quando falamos em esporte universitário no Brasil, pensamos em torneios amadores nos quais os alunos-atletas estão muito mais interessados em farrear do que jogar. Nos Estados Unidos, o esporte universitário também é amador, mas a estrutura é maior do que das grandes equipes do futebol profissional brasileiro. Nesta galeria, o Jarda por Jarda mostra a real dimensão do futebol americano universitário
Reprodução Site/Go Ducks/Eric Evans
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