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Personalidades fortes de Paulinho e Renato Augusto fizeram a direção do Corinthians recuar. E decidir por um executivo e não um ex-jogador. Bruno Spindel, ex-Flamengo, é o alvo

Em reunião com sua direção, o presidente Osmar Stabile recuou. Não quer mais um ex-jogador do Corinthians, que serviria até como escudo. Decidiu por um executivo de carreira. Recebeu ‘não’ de Alessandro Brito. E agora Bruno Spindel, ex-Flamengo, é o nome cogitado. E que já chegou até à direção das organizadas

Cosme Rímoli|Do R7

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Renato Augusto e Paulinho foram considerados muito independentes para a cúpula que cerca Stabile Divulgação/Corinthians

“Ex-jogador defende jogador.”

Um dos vices de Osmar Stabile disse a forte frase.


E convenceu a cúpula corintiana que, com o presidente, decidem que será o novo executivo de futebol do clube.

A passagem de Fabinho, que foi marcante, vitoriosa, teve como principal característica a defesa dos atletas.


Quer nos atrasos do pagamento dos direitos de imagem, quer nas indisciplinas. Os casos de Memphis Depay e de Martínez, com atrasos de dias nas suas reapresentações, foram os principais.

Além também de lutar por todos os pedidos de Dorival Júnior. Como antecipação de viagens, concentrações.


A troca de mensagens e longos telefonemas entre os dirigentes deixou evidenciado.

Paulinho, que faz excepcional trabalho no Mirassol, e Renato Augusto, que sempre desejou assumir um cargo executivo no futebol, têm os mesmos traços.


Personalidade forte, enorme identificação com o Corinthians, ampla cumplicidade com a imprensa.

Se ambos poderiam ser escudos para Osmar Stabile e Dorival Júnior, em caso de crise, ficariam, com certeza, ao lado dos jogadores, por exemplo, em atrasos de pagamentos.

O Corinthians segue devendo R$ 2,6 bilhões.

Por isso, o alvo é um executivo de carreira no futebol.

Discreto, trabalhador, mas parceiro ‘de sangue’ do presidente.

O que não era o caso de Fabinho, contratado por Augusto Melo, que sofreu impeachment.

Spindel é muito discreto. E executivo que prioriza a direção do clube. Depois, os jogadores e treinador Gilvan de Souza/Flamengo

Osmar Stabile recebeu ‘não’ de Alessandro Brito, que trabalha no Botafogo. John Textor, quando soube do interesse do clube paulista, travou a saída. Thiago Scuro, ex-Bragantino, e que comanda o futebol do Monaco, também disse ‘não’. Paulo Pelaipe, que foi para o Grêmio, seguiu o mesmo caminho negativo.

Marcos Braz, que trabalhou no Flamengo e comandou a volta do Remo à Série A, é avaliado. Mas tem contra seu nome ter sido o responsável pela demissão de Dorival Júnior da Gávea. Mesmo depois de ter vencido a Libertadores e a Copa do Brasil, em 2022.

O auxiliar de Braz, muito mais discreto, Bruno Spindel, é um nome mais bem avaliado hoje, dia de Natal, ao meio-dia.

E a direção negocia com o executivo.

Ele pode ser anunciado ainda hoje ou nas próximas horas.

Ex-jogador no comando do futebol, com Stabile, não acontecerá mais.

O aviso já chegou às chefias das torcidas organizadas do Corinthians.

Nada de importante acontece no Corinthians sem a notificação aos torcedores.

Prática de mais de duas décadas...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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