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A dolorosa derrota do Athletico Paranaense para o Boca Juniors

O time argentino montou forte sistema defensivo. E ainda contou com a sorte. No seu gol e na perda de pênalti do Athletico. Aos 49 do segundo tempo

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

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O pênalti de Marco Ruben, aos 49 do segundo tempo. Bola beija a trave
O pênalti de Marco Ruben, aos 49 do segundo tempo. Bola beija a trave

São Paulo, Brasil

"Tivemos muita dificuldade de dar ritmo ao jogo, foram só 38 minutos de bola rolando.

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"É uma vergonha!

"Eles vieram com poucos jogadores para nos atacar, vieram para não perder e conquistaram um resultado melhor do que vieram buscar.

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"Na volta, em Buenos Aires, só espero que a gente possa jogar, porque o que o Boca veio fazer aqui não era jogar futebol."

O desabafo foi de Tiago Nunes, inconformado com a derrota do Athletico Paranaense, para o Boca Juniors, em plena Arena da Baixada, por 1 a 0, na primeira partida das oitavas-de-final da Libertadores.

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Seu time chutou 14 bolas a gol, contra cinco do time argentino.

Para sua irritação ficar ainda maior, o gol do Boca Juniors saiu em um chute forte de MacAllister que desviou em Pedro Henrique e traiu Santos.

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E aos 49 minutos do segundo tempo, Marco Ruben teve a grande chance do empate.

Mas desperdiçou.

Cobrou pênalti na trave.

O Boca Juniors de Gustavo Alfaro entrou em campo no esquema 4-5-1. Apelando para a tradicional catimba e cera, lutava por um empate.

Conseguiu a vitória.

O Athletico pressionou, forçou.

Mas os argentinos estavam muito bem distribuídos em campo.

Além de travar o time brasileiro, conseguiu dois ótimos contragolpes que, o limitado Ábila jogou fora, diante do goleiro Santos.

Além da sorte da bola na trave, no pênalti, aos 49 minuitos do segundo tempo.

O Athletico terá de se superar na Bombonera, na próxima quarta.

Não será nada fácil.

O jogo-chave era ontem em Curitiba.

E Tiago Nunes sabe disso...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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