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Presidente da Fifa não enfrenta procedimentos formais por conduta antiética, diz comitê da entidade

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Por Brian Homewood

ZURIQUE (Reuters) - O comitê de ética da Fifa disse que não há procedimentos formais contra Gianni Infantino, o recém-eleito presidente da entidade, depois de um jornal alemão ter relatado que ele estava diante de uma suspensão provisória por conduta antiética.

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No entanto, o comitê não confirmou nem negou se investigações preliminares que antecedem uma investigação formal haviam ocorrido.

O jornal alemão Die Welt afirmou nesta quinta-feira que Infantino, eleito em fevereiro para liderar a Fifa em meio à pior crise de corrupção da sua história, enfrentava investigações por conta de possíveis violações éticas.

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"Nós não estamos na posição de indicar se nós temos ou não investigações preliminares contra um indivíduo”, declarou a seção investigatória do comitê de ética num comunicado à Reuters. “Nós gostaríamos contudo de dizer que não há procedimentos formais em andamento contra Infantino.”

O Die Welt disse ter visto e-mails que sugeriam que Infantino havia ordenado que autoridades da Fifa apagassem registros de uma reunião polêmica do conselho da entidade, o antigo comitê executivo, antes do congresso do mês passado na Cidade do México.

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Ao mesmo tempo, o jornal suíço Tagesanzeiger publicou cópias de e-mails que, segundo o jornal, foram trocados entre autoridades da Fifa e os quais confirmariam que eles estavam obedecendo as instruções para apagar registros.

A Fifa afirmou num comunicado nesta quinta que um registro havia sido apagado porque foi armazenado de forma imprópria, mas que o áudio original ainda existia e estava arquivado.

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