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Técnico do Haiti vê sinal positivo em ausência de Neymar: 'Oportunidade de entrar na história'

Brasil e Haiti se enfrentam na noite desta sexta-feira

Lance

Lance|Do R7

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Sebastién Migné dá orientações para seus jogadores durante partida entre Haiti e Escócia Brian Snyder/Reuters - 13.06.2026

Técnico da seleção haitiana, Sébastien Migné concedeu entrevista coletiva na última quinta-feira (19) e projetou a partida contra o Brasil pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Perguntado sobre a ausência de Neymar, o comandante do Haiti ressaltou que a baixa é um sinal positivo para ele, que venceu a seleção brasileira sem o craque.

“Há quatro anos, com Camarões, Neymar não estava disponível para o jogo contra Camarões. Não me lembro se ele estava lesionado ou suspenso, mas não entrou em campo. Então, vejo isso como um sinal positivo. Usaremos o que pudermos para ser eficientes e tentar fazer história pelo Haiti”, disse Migné.


“Gostaria de dizer que isso acontece com todas as equipes. Nós também temos um jogador que não pôde jogar. Temos o Kens Naason, que, infelizmente, não estava disponível para a primeira partida, e ele é um jogador muito importante para o meu time. Então, vejo isso como um sinal”, ponderou o técnico.

No Mundial de 2022, Migné era auxiliar técnico de Rigobert Song em Camarões quando a equipe venceu o Brasil na terceira rodada da fase de grupos.


‘Seria uma loucura total no Haiti’

Migné ressaltou ainda que será um orgulho jogar contra o Brasil e projetou como ficaria o país em caso de vitória nesta sexta-feira.

“Faz 52 anos que não estávamos na Copa e amanhã vamos ter o marco histórico de jogar com o Brasil. Agora, vamos ter de ficar à altura, porque os fãs haitianos nos esperam e é essa mensagem que eu vou passar para os meus jogadores. Não penso muito no que aconteceu no histórico do confronto, espero que a gente possa fazer com que os haitianos fiquem orgulhosos do seu time. Mostramos uma boa imagem contra a Escócia. A vitrine de amanhã será ainda mais bonita para mostrarmos o que a gente pode fazer”, comentou.


“Seria uma loucura total no Haiti. Quando entramos nessa profissão é para viver esse tipo de emoção. Diria que, quando somos haitianos, temos mais momentos difíceis do que fáceis, e o futebol nos oferece a oportunidade de viver grandes emoções amanhã. O que temos pela frente é gigante”, projetou Migné.

Brasil e Haiti se enfrentam na noite desta sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Philadelphia. Na primeira rodada, os haitianos perderam por 1 a 0 para a Escócia, enquanto a Seleção Brasileira empatou em 1 a 1 com o Marrocos.

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