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São Paulo tem prazo para quitar dívida e pode sofrer novo transfer ban

Dívida é referente ao pagamento de Cria de Cotia

Lance|Do R7

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Djhordney
São Paulo foi acionado pela Agência de Fair Play pela primeira vez Rubens Chiri/São Paulo FC

O São Paulo corre o risco de sofrer um novo transfer ban. Desta vez, por algo inédito. Pela primeira vez na história, foi acionado pela Agência de Fair Play Financeiro. Agora, a dívida envolve uma dívida com o Novorizontino pela contratação do meio-campista Djhordney.

No acordo, o Tricolor deveria pagar um milhão de reais, dividido em cinco parcelas, cada uma de duzentos mil reais. No mais, nenhuma foi paga. A ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) determinou que o São Paulo teria um prazo de 45 dias para o pagamento, que começou a valer a partir desta quinta-feira (12). O clube deve pagar R$ 1,1 milhão.


O São Paulo alegou não ter condições de quitar o valor neste momento. Diante da justificativa, a ANRESF estabeleceu um prazo de 45 dias para que o clube regularize a pendência. Caso o pagamento não seja realizado dentro do período, o Tricolor poderá sofrer um novo transfer ban, ficando impedido de registrar novos jogadores. O clube do Morumbis teria informado que fez um acordo, versão negada pelo Grêmio Novorizontino.

São Paulo acabou de se livrar de transfer ban

O São Paulo acabou de encerrar um transfer ban que durou cerca de duas semanas. Neste caso, foi referente ao não pagamento de uma das parcelas da contratação do volante Marcos Antônio junto à Lazio, feita em março de 2026.


O clube deixou de pagar a primeira das quatro previstas no acordo feito com o clube italiano pela contratação do volante, no valor de 1,5 milhão de euros cada uma, ou pouco mais de R$ 8,5 milhões na cotação atualizada. Por conta disso, o São Paulo atrasou os registros de Iago e Domingos Duarte, que já estavam contratados, mas não podiam ser registrados.

Até o ano passado, o São Paulo não havia sofrido nenhum transfer ban na sua história. O primeiro aconteceu em agosto de 2025, resultando na punição solicitada pelo Cerro Porteño, do Paraguai, em razão do atraso no pagamento de uma das parcelas referentes à compra do meia Damián Bobadilla.

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