Conmebol renova parceria com cervejaria em evento com dicas de ídolos sobre a Libertadores
Partes estendem parceria de dez anos em evento com a presença de Chicão, Lugano, Rosana e Carlos Germano
Lance|Do R7

A Conmebol anunciou, na noite da última quarta-feira (31), a renovação do contrato com a Amstel, cerveja oficial das competições organizadas pela confederação. As partes mantêm uma parceria há dez anos e decidiram estender o vínculo, cujo novo prazo não foi divulgado.
O evento foi realizado na zona sul de São Paulo e contou com a presença de Diego Lugano, Carlos Germano, Chicão e Rosana Augusto. Juan Emilio Roa, diretor comercial da Conmebol, também participou do encontro e falou com exclusividade ao Lance! sobre a renovação do acordo.
- É uma renovação de uma relação que ajudou na transformação que a Conmebol promove no futebol. Tivemos uma reunião com o time deles (Amstel) hoje para (discutir) novas ativações. O futebol é a paixão sul-americana, temos que aproveitar - detalhou Juan Emilio Roa.
Ídolos apontam caminhos para alcançar a glória eterna
Os zagueiros Lugano, ex-São Paulo, e Chicão, ex-Corinthians, participaram do evento e detalharam alguns dos aspectos necessários para ter sucesso na principal competição de clubes do futebol sul-americano. O uruguaio conquistou a Libertadores em 2005, enquanto o defensor alvinegro levantou o troféu em 2012, ambos como titulares de suas respectivas equipes.
Na avaliação de Chicão, a união do elenco é fundamental para alcançar os objetivos na competição. O ex-zagueiro, porém, destacou a importância de um “momento de consolidação”, em que os jogadores passam a acreditar na capacidade de superar as adversidades para conquistar o título.
- A defesa (do Cássio) contra o Vasco. Ali deu pra perceber que a gente poderia conquistar o título. O Vasco era o atual campeão da Copa do Brasil... Depois a gente pega o Santos (de Neymar e Ganso). Na final, temos o Boca Juniors. Tudo era uma construção, mas aquele momento foi fundamental - avaliou.
Lugano, por sua vez, destacou a importância de ter uma mentalidade de campeão, tanto para manter o espírito de luta da equipe quanto para estar disposto a fazer sacrifícios em busca dos objetivos.
- Você percebe no vestiário, nas conversas com os companheiros, percebe que a mentalidade muda. A conversa no dia a dia com o grupo era sobre títulos, história. Mas a gente também estava disposto a fazer o sacrifício necessário para isso. É um conjunto - explicou.
Possibilidades do mercado sul-americano
Em meio às incertezas provocadas pela Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe a exploração e a publicidade de bets e jogos on-line em todo o território nacional, a Amstel vê o mercado brasileiro como seu principal ativo comercial e identifica espaço para ampliar sua presença no país.
A América do Sul ocupa um papel cada vez mais central na estratégia de crescimento da Amstel. O Brasil é atualmente o maior mercado da marca no mundo, responsável por cerca de 51% do volume global e aproximadamente 65% das vendas nas Américas. A marca também registra crescimento em mercados como Equador, Argentina e Paraguai.
- Poucas coisas unem a América do Sul de forma tão poderosa quanto o futebol. Ele vai muito além dos 90 minutos em campo: é paixão, conexão e momentos compartilhados - explicou Alexandre Carreteiro, presidente da Heineken para as Américas.















