Lance Respiradores doados por Messi para salvar vítimas da Covid-19 está retido há 10 meses em aeroporto

Respiradores doados por Messi para salvar vítimas da Covid-19 está retido há 10 meses em aeroporto

Atacante de seleção da Argentina e Barcelona, Messi havia feito ação beneficente para ajudar doentes na Argentina. Autoridades alegam 'falta de documentos'  

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Uma doação da fundação do jogador do Barcelona Lionel Messi para salvar vítimas da Covid-19 na Argentina está parada em um aeroporto há cerca de 10 meses. A instituição do craque eleito seis vezes como o melhor jogador do mundo havia enviado para a cidade de Rosário 32 aparelhos respiratórios, porém, por dificuldades burocráticas, o governo local não autoriza a liberação dos respiradores.

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- Os respiradores são equipamentos técnicos de ventilação, chegaram no mês de agosto (de 2020). Estão guardados da melhor maneira no Aeroporto Internacional Rosario Islas Malvinas. Toda esta questão está pendente da aprovação da Anmat (Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica) porque é uma doação da Fundação Messi diretamente à Rosário. O único órgão que pode autorizar a entrada é a Anmat - explicou Eduardo Romagnoli, diretor da instalação, ao canal TN.

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A Fundação Leo Messi enviaria para a cidade natal do jogador ao menos 50 respiradores, contudo, a dificuldade pela autorização nos 32 primeiros adiou o envio dos restantes. Segundo pessoas da Anmat, ao jornal "La Capital", não autorizaram a entrada por "não apresentaram a documentação necessária". Antes disso, a mesma instituição havia doado equipamentos médicos para os tratamentos do coronavírus para Buenos Aires e cidades próximas. Daquela vez, não houve impasse legal.

O país sul-americano segue registrando aumentos de casos e de mortos em decorrência da doença. A realização da Copa América chegou a ser cancelada. Cerca de 83 mil pessoas já foram vítimas fatais da Covid-19. País que defende a vacinação internacional, a Argentina segue imunizando seus cidadãos. Nesta quarta-feira, a região anotou a marca de quatro milhões de casos.

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