Endrick não reclama do banco e elogia Ancelotti: 'Sabe o que faz'
Atacante lembra da experiência com o técnico no Real Madrid
Lance|Do R7

MORRISTOWN, NJ (EUA) - O atacante Endrick virou xodó da torcida nos primeiros jogos da Copa do Mundo. A cada partida, a torcida pedia pelo jogador, que a partir do jogo com o Haiti passou a ganhar mais minutos na seleção. Diante do Japão, já na segunda fase do Mundial, o atacante jogou todo o segundo tempo e deu mais agudez ao ataque. Nesta quinta-feira (2), Endrick comentou a espera para começar a entrar em campo e a relação que tem com o técnico Carlo Ancelotti.
— É uma convivência maravilhosa com o mister (Ancelotti). Foi meu primeiro treinador quando eu cheguei na Europa, e para mim foi uma das melhores experiências. Pude aprender bastante coisas com ele, mas também com o staff dele, que é um staff muito bom. Na seleção não está sendo diferente, e fico muito feliz por isso — disse o jogador, em entrevista concedida no Hotel The Ridge, que serve de concentração para a seleção brasileira nos Estados Unidos.
Endrick garantiu que não tinha ansiedade por jogar e que sabia que Ancelotti o iria colocar em campo no momento certo.
— Minha primeira temporada na Europa também foi com o mister no Real. Foi uma temporada em que eu joguei muito. Eram poucos minutos, mas eu estava entrando em quase todos os jogos. E ele sempre falava para mim: “Fique tranquilo que a sua hora vai chegar, que o seu momento vai chegar” — lembrou Endrick.
Na sequência, o atacante da seleção brasileira lembrou que em seu início no Real Madrid passou a fazer muitos gols mesmo atuando poucos minutos.
— Na Copa do Rey foi quando ele me colocou um pouco mais, me deixou iniciar quase todos os jogos. Pude ajudar a equipe, pude fazer gols em praticamente todos os jogos. E eu sempre fiquei tranquilo, porque o mister, vocês sabem, é um dos treinadores mais vitoriosos do futebol, um dos melhores treinadores do mundo. Ele sabe muito bem o que fazer.
Endrick completou o pensamento citando justamente o que aconteceu na virada sobre o Japão, na segunda-feira, em Houston.
— Ficou claro, acho que nesse último jogo, você vê ele mexendo bem. Quem faz o gol é um cara que veio do banco, o Martinelli. Acho que vocês poderiam ficar muito tranquilos, que o mister sempre vai fazer o melhor para a equipe. E eu fico muito tranquilo com ele, sempre fico seguindo os conselhos dele e também do staff.











