Ancelotti explica escolha de Bruno Guimarães em cobrança de pênalti do Brasil
Camisa 8 do Brasil perdeu a cobrança de pênalti quando o duelo entre Brasil x Noruega estava empatado
Lance|Do R7
NOVA JERSEY (EUA) - O Brasil teve a chance de sair na frente do placar contra a Noruega na noite deste domingo (5), pelas oitavas de final da Copa do Mundo, quando teve um pênalti a seu favor. Antes da cobrança, Vini Jr. estava com a bola nas mãos, mas entregou a Bruno Guimarães, que cobrou mal e viu o goleiro adversário defender.
Após a eliminação brasileira por 2 a 1, o técnico Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva. O italiano foi questionado sobre o motivo de Bruno Guimarães ter sido o escolhido para cobrar, e não o camisa 7.
— Porque fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor na seleção era Raphinha. Naquele momento no campo, o melhor a tirar o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e depois Bruno Guimarães, e depois Martinelli. Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo — explicou Ancelotti.
O treinador falou mais de uma vez sobre a triste eliminação precoce na Copa do Mundo, foi perguntado se realmente acreditava nas chances do Brasil de vencer a competição e também sobre o que pretende mudar daqui para frente, já que estará no próximo ciclo do Brasil até o Mundial de 2030.
— Agora temos que administrar a tristeza, amanhã começamos a pensar no que pode ser o futuro dessa seleção, que já tem um grupo bastante sólido de jovens e de veteranos que podem continuar e de novos jogadores que podem entrar - finalizou Ancelotti.
Outras respostas de Ancelotti
Sobre os 25 minutos finais de Brasil x Noruega:
— Endrick entrou para dar mais profundidade, teve oportunidade um ou dois minutos depois. Para ter qualidade no último terço, colocamos Neymar e, na direita, Endrick, e depois troquei Bruno porque estava cansado para colocar pernas frescas no meio-campo — disse.
Com a aposentadoria de Casemiro, o grande problema para o futuro é o meio-campo?
— Temos que pensar. É bastante evidente que, no meio-campo, acho que têm que sair jogadores de nível, jovens. Temos jovens no futebol brasileiro que podem estar na Seleção no futuro — completou.
