Saiba quais jogadores devem seguir na seleção para o novo ciclo da Copa do Mundo
Apesar da eliminação precoce nos Estados Unidos, Ancelotti montou uma base
Lance|Do R7
EAST RUTHERFORD, NJ (EUA) - O fim da participação do Brasil na Copa do Mundo deve marcar o fim também de uma geração de jogadores na seleção brasileira, mas o técnico Carlo Ancelotti não precisará começar do zero a preparação do grupo para o próximo Mundial. Apesar da eliminação precoce deste domingo, o treinador conseguiu montar uma base, incluindo jogadores que nem sequer foram para o torneio nos Estados Unidos.
Do time que se alinhou para o jogo deste domingo, o zagueiro Gabriel Magalhães, o volante Bruno Guimarães e os atacantes Rayan, Vini Jr. e Matheus Cunha têm idades e potenciais para disputar a Copa do Mundo de 2030, que será organizada em conjunto por Espanha, Portugal e Marrocos — além de receber partidas inaugurais na Argentina, no Uruguai e no Paraguai.
Do elenco que está nos Estados Unidos, Endrick e Luiz Henrique permanecem na Seleção, assim como o volante Éderson. Raphinha, apesar de ter feito uma Copa do Mundo aquém do esperado, segue no grupo. Os zagueiros Bremer e Ibañez também têm idade para disputar o próximo Mundial, mas a pouca utilização deles nos Estados Unidos indica que Ancelotti deverá garimpar novas opções defensivas.
— Acho que fizemos não um mundial especial, mas um bom mundial. Creio também que merecíamos ganhar o jogo, e, quando passa um momento assim, temos que pensar que uma derrota é o começo de uma nova aventura. Temos que seguir melhorando, encontrar novas ideias. Não é um fim, é o início de um novo ciclo esta derrota — considerou Ancelotti após a derrota do Brasil para a Noruega.
Além dos jogadores que disputaram a Copa do Mundo, três nomes que não estiveram nos Estados Unidos despontam como favoritos para iniciar o novo ciclo: Rodrygo, Estêvão e Éder Militão. Os três seriam convocados para este Mundial, mas sofreram lesões que os tiraram da competição.










