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Palmeiras leva Fortaleza à CNRD por dívida pela venda de Gustavo Mancha

Verdão cobra parcela não repassada após venda do zagueiro ao Olympiacos e aponta outras pendências financeiras com o clube cearense

Jogada 10

Jogada 10|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Palmeiras aciona Fortaleza na Câmara Nacional de Resoluções de Disputas devido a dívida por venda de Gustavo Mancha.
  • Fortaleza não repassou 225 mil euros, correspondente a 30% dos direitos do jogador, após sua venda ao Olympiacos.
  • O clube cearense já havia quitado parte da dívida, mas com atraso, aumentando o desgaste entre as partes.
  • Além da cobrança atual, Palmeiras reivindica mais 300 mil euros referentes ao mesmo negócio e o pagamento de outra dívida pela venda de Breno Lopes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Questão da transferência de Gustavo Mancha é levada ao CNRD Mateus Lotif/Fortaleza

O Palmeiras decidiu acionar o Fortaleza na CNRD (Câmara Nacional de Resoluções de Disputas) pelo débito relacionado à negociação do zagueiro Gustavo Mancha. Revelado pelo clube paulista, o defensor estava emprestado ao time cearense quando acabou sendo vendido ao Olympiacos, da Grécia.

Segundo o Palmeiras, o Fortaleza não repassou 225 mil euros (cerca de R$ 1,4 milhão), valor que corresponde a 30% dos direitos econômicos do jogador mantidos pelo Verdão no acordo de empréstimo.


Antes disso, o clube cearense já havia quitado outra parte da dívida, no valor de 825 mil euros. O pagamento, no entanto, ocorreu com cerca de um mês de atraso. Inicialmente, o prazo para a quitação total era novembro, o que aumentou o desgaste entre as partes.

Diante da pendência, o Palmeiras notificou formalmente o Fortaleza no dia 2 de dezembro. Na ocasião, concedeu um novo prazo de 40 dias para o pagamento e ainda apresentou uma proposta de parcelamento do valor em aberto. Mesmo assim, não houve retorno por parte do clube nordestino, o que motivou a ida à esfera jurídica.


Gustavo Mancha foi negociado pelo Fortaleza com o Olympiacos em agosto do ano passado por R$ 28,3 milhões. Na transação, 85% dos direitos econômicos acabaram sendo repassados ao clube grego, enquanto o time cearense manteve 15%.

Do total envolvido na operação, o Palmeiras detinha 30% dos direitos e o Fortaleza, 55%. Com isso, o Leão do Pici ficou com aproximadamente R$ 19,8 milhões, enquanto o Verdão, que se desfez integralmente da fatia que possuía, tem direito a receber R$ 8,4 milhões ao fim da negociação.


Fortaleza tem outra pendência com o Palmeiras

Além do valor que motivou a ação na CNRD, o Palmeiras afirma ainda ter mais 300 mil euros a receber do Fortaleza referentes ao mesmo negócio. Paralelamente, o clube paulista aponta outra pendência. Afinal, o Verdão cobra o pagamento da primeira parcela do repasse pela venda do atacante Breno Lopes, negociado pelo Fortaleza com o Coritiba.

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