Futebol Pela Libertadores, Navarro marcou os 3 gols mais rápidos desde 2005

Pela Libertadores, Navarro marcou os 3 gols mais rápidos desde 2005

Atacante do Palmeiras também entrou em seleto grupo de brasileiros que balançaram a rede quatro vezes no mesmo jogo

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Navarro comemora 3º gol na goleada sobre o Petrolero, pela Libertadores, no Allianz Parque

Navarro comemora 3º gol na goleada sobre o Petrolero, pela Libertadores, no Allianz Parque

CESAR GRECO/SITE OFICIAL DO PALMEIRAS

A noite de terça-feira (12) foi de quebra de recordes para o Palmeiras. O time que atingiu a maior goleada da história do Allianz Parque com a vitória por 8 a 1 contra o Independiente Petrolero (Bolívia), também comemora a atuação de Rafael Navarro, autor de quatro gols, sendo três deles anotados de forma mais rápida desde 2005 na Libertadores.

O palmeirense levou 9 minutos para chegar ao hat-trick (três gols) no duelo contra o time boliviano, marcado nos minutos 2, 8 e 11 do segundo tempo.

A marca anterior era do atacante Juan Samudio, que atuava no Libertad (Paraguai) e ganhou do Independiente Medellín (Colômbia), no dia 8 de março. A partida terminou 3 a 2, com os tentos anotados nos minutos 39, 42 e 45, da etapa inicial.

Quatro ou mais gols

Com quatro gols no jogo, Navarro, de apenas 22 anos, entrou no seleto grupo de brasileiros que conseguiram tal feito. O primeiro foi Jairzinho, em 1976, pelo Cruzeiro, na vitória por 7 a 1 contra o Allianz Lima (Peru).

Depois, já no ano 2000, o centroavante Guilherme Alves, atuando pelo Atlético-MG, contra o Cobreloa (Chile), ajudou no triunfo por 6 a 0. O Galo, foi o único, que emplacou dois na lista. Isso porque Fred fez quatro na goleada sobre o Sport Boys (Peru) por 5 a 2, em 2017.

Há de se destacar Fernando Baiano, único brasileiro que ultrapassou essa marca, com cinco tentos pelo Corinthians. A façanha aconteceu em 1999, quando o Timão atropelou o Cerro Porteño (Paraguai) por 8 a 2.

Recorde igualado

O Verdão também conquistou algo que apenas três clubes tinham feito até aqui: sete gols durante a etapa final de uma partida de Libertadores.

O rival Santos foi o primeiro, em 1962, quando passou por cima do Cerro Porteño por 9 a 1. Nove anos depois, os uruguaios do Peñarol aplicaram um 9 a 0 no The Strongest (Bolívia), em 1971.

E, mais recente, o River Plate (Argentina), em 2020, virou a primeira etapa vencendo por 1 a 0 o Binacional (Peru), mas transformou o placar mínimo em um massacre que terminou 8 a 0.

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