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‘Remada viking’: entenda comemoração da Noruega após vitória sobre Senegal na Copa

Resultado confirmou classificação da seleção norueguesa para a fase de mata-mata

Copa do Mundo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Noruega garantiu sua classificação para a fase de mata-mata da Copa do Mundo com uma vitória por 3 a 2 sobre o Senegal.
  • Após a vitória, jogadores e torcedores realizaram a 'remada viking', uma comemoração inspirada nos barcos dos povos nórdicos da Era Viking.
  • A celebração se tornou um símbolo da torcida norueguesa.
  • A Noruega, de volta ao Mundial após 28 anos, enfrenta a França na última rodada da fase de grupos em busca da liderança do Grupo I.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Noruega voltou à Copa do Mundo após 28 anos de ausência Reprodução/Instagram/@herrelandslaget

A confirmação da classificação da Noruega para a fase de mata-mata da Copa do Mundo terminou em uma das cenas mais marcantes do torneio até agora. Após a vitória por 3 a 2 sobre Senegal, no MetLife Stadium, entre Nova Jersey e Nova York, os jogadores se reuniram no gramado para repetir uma comemoração que já virou marca registrada da seleção: a “remada viking”.

O atacante Erling Haaland, autor de dois gols na partida, se juntou ao elenco ao lado do capitão Martin Ødegaard, do Arsenal, e iniciou o tradicional batuque. Sentados no chão, jogadores e torcedores movimentaram os braços em sincronia, como se estivessem conduzindo um antigo barco pelos mares.


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O gesto que tomou conta do estádio vai muito além de uma simples comemoração esportiva. A remada é uma referência aos barcos utilizados pelos povos nórdicos durante a Era Viking, entre os séculos 8 e 11, período em que navegadores da região exploraram diferentes áreas da Europa e do Atlântico Norte. A tradição está ligada principalmente à história de Noruega, Suécia e Dinamarca, países considerados berços desses povos.

Com o passar dos anos, a celebração se tornou uma marca da torcida norueguesa. Durante a Copa do Mundo, fãs passaram a repetir o movimento em arquibancadas, ruas, aeroportos e pontos turísticos. Vestidos com as cores da seleção, os torcedores se sentam lado a lado, movimentam os braços como se estivessem conduzindo um barco e acompanham a ação com gritos sincronizados.


Nesta edição do Mundial, o ritual ganhou um significado ainda mais especial para a Noruega. De volta ao torneio após 28 anos de ausência, a seleção transformou a remada viking em um símbolo da nova fase da equipe e da conexão entre jogadores e torcedores.

Na última rodada da fase de grupos, a Noruega enfrenta a França na sexta-feira (26), às 16h (de Brasília), em partida que vale a liderança do Grupo I. No mesmo horário, Senegal encara o Iraque e precisa da vitória para manter as chances de avançar como um dos melhores terceiros colocados.

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