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Como a seleção dos EUA usa tecnologia de ondas cerebrais para treinar pênaltis

Equipamento identifica como os atletas entram no ‘estado de foco’ para replicar em momentos decisivos

Copa do Mundo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jogadores dos EUA utilizam tecnologia de ondas cerebrais para melhorar a atenção durante treinos de pênaltis.
  • A parceria entre a Federação de Futebol dos EUA e a empresa alemã Neuro11 equipa atletas com dispositivos que monitoram a atividade cerebral.
  • Os testes incluem recriar a pressão de um estádio com sons de torcida enquanto os jogadores se preparam para cobrar pênaltis.
  • A tecnologia ajuda a identificar o nível de concentração e a decidir o melhor lado e chute para a cobrança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Estados Unidos se classificou para as oitavas da Copa do Mundo Reprodução/Instagram @fifa

Em meio à pressão do mata-mata da Copa do Mundo, jogadores dos Estados Unidos, classificados para as oitavas de final, utilizam tecnologias de ondas cerebrais durante os treinos para melhorar a atenção em campo.

Segundo uma matéria do jornal The New York Times, o objetivo é entender como os atletas entram no “estado de foco” para tentar replicar em momentos decisivos.

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Os testes começaram desde antes da estreia da seleção no Mundial e fazem parte de uma parceria entre a Federação de Futebol dos EUA e a empresa alemã Neuro11, responsável por equipar os jogadores com dispositivos de última geração que monitoram a atividade cerebral.

“Você tem que colar coisas na cabeça, colocar esse capacete, fios e usar uma espécie de pochete”, disse o meio-campista Diego Luna, que, embora não tenha sido convocado para a Copa, chegou a participar dos testes da Neuro11.

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Após serem equipados, os atletas se posicionam na marca do pênalti enquanto uma máquina fica atrás deles. Eles também escutam sons de torcida para tentar recriar a sensação de estar em um estádio e fazer um gol sob pressão.

“Quando as coisas ficam caóticas, quando há pessoas, quando há barulho, quando há cânticos, quando há um goleiro, trata-se de manter o foco em um momento como esse e encontrar esse tipo de espaço seguro, um lugar seguro para você quando estiver em um momento tão tenso”, comentou Luna ao New York Times.

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Com base nas ondas cerebrais, a tecnologia identifica o quão concentrado o jogador está em um momento específico da cobrança do pênalti. Também é possível ajudar o atleta a decidir em qual lado bater e qual o seu melhor chute.

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