Como a seleção dos EUA usa tecnologia de ondas cerebrais para treinar pênaltis
Equipamento identifica como os atletas entram no ‘estado de foco’ para replicar em momentos decisivos
Copa do Mundo|Do R7
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Em meio à pressão do mata-mata da Copa do Mundo, jogadores dos Estados Unidos, classificados para as oitavas de final, utilizam tecnologias de ondas cerebrais durante os treinos para melhorar a atenção em campo.
Segundo uma matéria do jornal The New York Times, o objetivo é entender como os atletas entram no “estado de foco” para tentar replicar em momentos decisivos.
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Os testes começaram desde antes da estreia da seleção no Mundial e fazem parte de uma parceria entre a Federação de Futebol dos EUA e a empresa alemã Neuro11, responsável por equipar os jogadores com dispositivos de última geração que monitoram a atividade cerebral.
“Você tem que colar coisas na cabeça, colocar esse capacete, fios e usar uma espécie de pochete”, disse o meio-campista Diego Luna, que, embora não tenha sido convocado para a Copa, chegou a participar dos testes da Neuro11.
Após serem equipados, os atletas se posicionam na marca do pênalti enquanto uma máquina fica atrás deles. Eles também escutam sons de torcida para tentar recriar a sensação de estar em um estádio e fazer um gol sob pressão.
“Quando as coisas ficam caóticas, quando há pessoas, quando há barulho, quando há cânticos, quando há um goleiro, trata-se de manter o foco em um momento como esse e encontrar esse tipo de espaço seguro, um lugar seguro para você quando estiver em um momento tão tenso”, comentou Luna ao New York Times.
Com base nas ondas cerebrais, a tecnologia identifica o quão concentrado o jogador está em um momento específico da cobrança do pênalti. Também é possível ajudar o atleta a decidir em qual lado bater e qual o seu melhor chute.
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