Produtor entra sem ingresso em jogo do Brasil: “Se eu fosse um black bloc, teria feito o que quisesse”
Jornalista da Record foi ao Morumbi testar esquema de segurança em amistoso da seleção
Copa do Mundo 2014|Do R7

Depois de completar a tarefa com sucesso, uma coisa ficou clara para ele: “Passei por todas as partes do Morumbi. Se fosse um black bloc, teria feito o que quisesse lá dentro”.
Guerra foi ao estádio sem ingresso ou credencial e, de cara, já passou pelos policiais que estavam nos arredores dos portões sem que nada fosse pedido. O mesmo valeu para os agentes da Federação Paulista que estavam no local.
— Passei por todos eles na boa e fui até as catracas, dei uma insistida, mas recebi um não. Então, um pouco depois, os funcionários começaram a desmontar tudo e, nessa hora, acabei entrando... Haviam dois jornalistas coreanos, sem credenciais, que também tentaram, mas não conseguiram entrar para fazer o trabalho deles.
A essa altura, o jogo já estava no segundo tempo, com cerca de 30 minutos. Guerra, então se dirigiu à arquibancada para acompanhar a partida.
Saindo de lá, ele ousou um pouco mais e tentou chegar aos camarotes VIPS das celebridades. Mais uma vez, teve sucesso.
— Ficamos lá na entrada VIP com os famosos. Estavam a Claudia Leite, a Sabrina Sato e até a Bruna Marquezine.
Para terminar o tour, o jornalista foi para o gramado, utilizando uma passagem na qual os veículos de imprensa passam os cabos de transmissão. A partida já havia acabado, mas os jogadores do Brasil ainda davam entrevistas e tiravam fotos por lá.
— Entrei no campo e ninguém me barrou. Fui andando em direção ao Portao 1, onde eu encontrei vários colegas de imprensa. Ainda estavam lá o Thiago Silva, o Fred e o Willian. Fiquei na zona mista e acompanhei até a sápida do ônibus da seleção.



