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Operário que caiu nas obras da Arena Corinthians não resiste a ferimentos e morre no hospital

Fábio Hamilton da Cruz trabalhava na instalação da arquibancada provisória do estádio

Copa do Mundo 2014|Francisco Valle, do R7

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Em novembro do ano passado, dois operários morreram nas obras
Em novembro do ano passado, dois operários morreram nas obras

O operário Fábio Hamilton da Cruz, que caiu nas obras da Arena Corinthians, não resistiu aos ferimentos e morreu. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital Santa Marcelina, local para onde Cruz foi levado pelo Corpo de Bombeiros logo após o acidente, pouco depois das 11h.

Pouco antes da notícia da morte, a Fast Engenharia, empresa que contratou a WDS, responsável pela colocação das estruturas móveis do estádio e da qual o operário fazia parte, havia divulgada uma nota com os detalhes do acidente.


No esclarecimento, a Fast Engenharia revelou que a altura da queda foi de 8 m e não de 15 m, como havia dito o Corpo de Bombeiros por meio de seu Twitter. A empresa também diz que o funcionário estava com todos os equipamentos de segurança necessários e, mais tarde, divulgou que WDS se coloca à disposição das autoridades e da família para ajudar no caso.

De acordo com o 24º Distrito Policial de São Paulo, onde o boletim de ocorrência está sendo feito, Fábio tinha 23 anos e caiu de uma altura aproximada de 8 a 10 m. O delegado Rafael Herculiani está nas obras da Arena esperando pela perícia para poder dar mais informações.


O Corinthians, responsável pelo estádio, também se manifestou sobre a morte. Em seu site oficial, o clube publicou uma nota de pesar lamentando o ocorrido, se solidarizando com a família e decretando luto de três dias. Procurada pela reportagem do R7, a Secopa informou que só falará sobre o caso na próxima segunda-feira (31).

Com a tragédia, chegam a oito os casos de acidentes fatais em obras ligadas à Copa do Mundo. Só na Arena Corinthians já foram registrados três casos, sendo dois deles envolvidos à queda de um guindaste que colocava a última parte metálica da cobertura em novembro do ano passado. As outras mortes aconteceram em Manaus (4) e Brasília (1).

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