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Venda de camisas e outros artigos esportivos pode aumentar até 20% durante a Copa do Mundo

Setor do varejo de moda brasileiro deve movimentar cerca de R$ 63 bilhões em 2026

Varal FC|Felipe LemeOpens in new window e Gabriel HerbelhaOpens in new window

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Brasil apresenta uniforme titular para a Copa do Mundo de 2026 Divulgação/Nike

A Copa do Mundo de Futebol está chegando e a maioria dos torcedores escolhe o verde e amarelo para assistir à Seleção Brasileira. Alguns usam aquelas peças que, a cada quatro anos, voltam à cena. Enquanto outros vão às compras.

Um levantamento da MindMiners aponta que 83% da população pretende acompanhar o torneio, e 76% devem alterar hábitos de consumo durante o período.


A expectativa do varejo de moda é de crescimento entre 15% e 20% nas vendas de itens ligados ao Brasil. O consumo é impulsionado pelo fator emocional e pelo clima de celebração.

Além disso, dados do IEMI - Inteligência de Mercado revelam um aumento de 4,2% no faturamento do setor em 2026. Ao todo, o varejo de moda deve movimentar cerca de R$ 63 bilhões.


“Observamos aumento na procura por peças que valorizam elementos de identidade nacional, além de releituras contemporâneas que unem tendência e cultura”, afirma Herika Sendas, do SENAI-MG Modatec.

Crescimento não para nas camisas

Os setores de carnes e bebidas também se preparam para o aumento da demanda e das oportunidades geradas pela Copa do Mundo.


Segundo o Sinduscarne-MG, em edições anteriores, os cortes de churrasco chegaram a registrar crescimento de até 200% nos dias de jogos.

“Para 2026, pesquisas indicam que cerca de 60% dos consumidores pretendem comprar carnes para acompanhar as partidas. Há uma expectativa muito positiva tanto para a carne bovina quanto para a suína.”

(Pedro Braga, do Sinduscarne-MG)

A venda de bebidas também deve ter um crescimento relevante. A cerveja segue como campeã de consumo, mas as bebidas não alcoólicas estão ganhando espaço com tendências de consumo mais conscientes.

“O período também favorece estratégias de inovação, com lançamentos de produtos, embalagens temáticas e kits voltados à experiência de consumo em casa.”

(Mário Marques, presidente do Sindibebidas-MG)

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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