Camisa do Brasil está cara? Veja modelos alternativos mais baratos para torcer na Copa
De marcas independentes a releituras históricas, o mercado de camisas brasileiras nunca esteve tão aquecido, com opções para todos os bolsos
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O preço da camisa oficial da Seleção Brasileira virou assunto de botequim. Com o valor do modelo oficial partindo de R$ 450, torcer trajado como os jogadores que vão a campo virou uma escolha de luxo que nem todo mundo pode bancar.
Ao contrário do que muitos pensam, recorrer às réplicas não é uma alternativa por aqui. Aliás, o blog condena a pirataria e recomenda apenas produtos oficiais. Até porque tem muita coisa bacana sendo fabricada por aí, inclusive no mercado nacional.
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Usar artigos esportivos fora dos estádios está no hype e atrai cada vez menos olhares tortos. De olho nesse público, grandes marcas e confecções independentes estão ousando mais ao misturar o universo fashion com o do esporte.
E, durante a Copa do Mundo, vestir as cores do Brasil é quase uma obrigação. Por isso, o Varal F.C. garimpou alguns dos modelos mais acessíveis do mercado para você encontrar o que melhor cabe no seu bolso. Confira:
Adidas COB - R$ 399,99

A empresa alemã resgatou a icônica camisa da Seleção Brasileira usada nos Jogos Olímpicos de 1984 para vestir os brasileiros que curtem um estilo retrô com design autêntico.
O modelo original virou artigo de colecionador e agora retorna como uma alternativa para quem não teve a chance de adquirir a peça na época.
Athleta Tri - R$ 299,99

A única marca a vestir o Rei Pelé foi buscar inspiração na era de ouro da Seleção Brasileira. A coleção conta com modelos inspirados nos tricampeonatos mundiais de 1958, 1962 e 1970.
Com tecido e design semelhantes aos usados nas três conquistas e assinatura de Pelé, as camisas são uma excelente opção para os torcedores mais saudosistas que querem viver o clima de festa de mais um título.
Chico Rei Tetra - R$ 209,90

O tetracampeonato não foi esquecido pela Chico Rei, marca mineira criada nos corredores da Faculdade de Artes da Universidade Federal de Juiz de Fora há 18 anos. A coleção para a Copa traz releituras dos uniformes titular e reserva usados na conquista.
A empresa também resolveu apostar na polêmica que parou a internet recentemente: a camisa vermelha do Brasil. Se a Nike voltou atrás, a Chico Rei apresentou sua própria versão para quem ficou só na vontade.
Retrôgol 94 - R$ 224,91

Trinta e dois anos depois, o Brasil volta a disputar uma Copa do Mundo nos Estados Unidos, e a Retrôgol também lembrou o tetra em uma releitura. Outro acerto da marca foi o resgate do agasalho usado na competição e eternizado por Parreira e Zagallo.
A peça conta com as tradicionais estrelas sobrepostas na parte frontal, além do número 94 no peito, exatamente onde ficava o escudo no modelo original.
Volt “Silva” 1932 - R$ 299,99

A Volt criou uma das coleções mais elegantes do momento. Enquanto empresas estrangeiras apostam em atletas internacionais e até de outras modalidades, a marca brasileira escolheu homenagear um símbolo nacional pouco lembrado pelos mais jovens: Leônidas da Silva, o Diamante Negro.
A linha exclusiva chega em três cores, todas inspiradas na assinatura que fez o jogador entrar para a história: o gol de bicicleta. O ano de 1932 marca a primeira vez que a jogada foi executada em uma partida e, agora, está eternizada na coleção.
Menção honrosa
Embora o preço seja praticamente o mesmo da camisa oficial da Seleção Brasileira (R$ 449), o blog decidiu destacar um modelo que caiu nas graças dos brasileiros e agora também conquistou o mercado internacional.
O lançamento da Athleta com a marca Pelé já vendeu mais de 10 mil peças para o mercado asiático e passará a atender consumidores da China, Japão, Taiwan e Coreia do Sul.
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