Cosme Rímoli Messi chegou. Para transformar o PSG no time mais forte do mundo

Messi chegou. Para transformar o PSG no time mais forte do mundo

Neymar, Messi e Mbappé. Um ataque fabuloso. Acompanhado por jogadores como Marquinhos, Sergio Ramos, Donnarumma, Di Maria, Veratti. O argentino está empolgadíssimo. O Barcelona ficou para trás

  • Cosme Rímoli | Do R7

O sonho do PSG está realizado. Messi chegou a Paris. Para mudar o patamar do futebol francês

O sonho do PSG está realizado. Messi chegou a Paris. Para mudar o patamar do futebol francês

REUTERS/Yves Herman - 10/08/2021

São Paulo, Brasil

Donnarumma, Hakimi, Marquinhos, Sergio Ramos e Bernat; Verratti (Paredes), Wijnaldum e Messi;  Mbappé, Neymar e Di Maria (Draxler).

De acordo com o site Transfermarkt, o elenco do PSG passa a ser o mais caro do planeta.

Avaliado em R$ 6,5 bilhões.

Messi já está em Paris.

Para mudar de vez o patamar do Paris Saint-Germain.

Transformar no clube mais observado do mundo, pela seleção bilionária que conseguiu reunir com sua camiseta.

O argentino chegou para assinar o contrato de dois anos, com a renovação para um terceiro automática, se o jogador e o PSG concordar.

Desembarcou feliz, sorridente no aeroporto de Le Bourget, a 17 quilômetro de Paris, onde centenas de torcedores fizeram vigília desde domingo, esperando o melhor jogador do mundo, chegar.

Ele chegou com uma camiseta branca, assumindo que o Barcelona realmente ficou no passado. Assim como suas lágrimas. Na camiseta, a frase que resume agora sua vida esportiva até pelo menos 2023.

I c'est Paris. Tradução: Aqui é Paris.

A camiseta é do PSG.

Neymar logo se apressou em colocar no seu Instagram.

Back together. Tradução: Juntos novamente.

Neymar tratou de comemorar. Sonho realizado. Jogará com Messi novamente

Neymar tratou de comemorar. Sonho realizado. Jogará com Messi novamente

Reprodução/Instagram/Neymar Jr.

Neymar foi peça fundamental na contratação do meia-atacante. Eles jogaram juntos entre 2014 e 2017. E se tornaram grandes amigos. Além, óbvio, de reconhecem o talento um do outro. E o quanto facilitava atuarem no mesmo time.

Ganharam nove troféus: uma Champions League, um Mundial, uma Supercopa da Uefa, uma Supercopa da Espanha, três Copas do Rei e dois Campeonatos Espanhóis.

Eles sonhavam desde 2019 voltarem a atuar juntos. Neymar fez o que pôde, até oferecer dinheiro ao Barcelona para retornar à Catalunha. Nunca deu certo. E o contrário aconteceu. Coube ao argentino, com a 'impossibilidade' do Barcelona em renovar seu contrato, ir para o PSG.

Os dois se encontraram em Ibiza na semana passada. E Neymar conversou muito com Messi sobre a possibilidade de atuar no PSG. O meia sentia um clima estranho em relação ao presidente do Barcelona, Joan Laporta. Como se não quisesse seguir com ele. Não só pelos 34 anos e pelo salário, mais direito de imagem: 70 milhões de euros, cerca de R$ 431 milhões, por temporada, de salários para um jogador. Cerca de R$ 35 milhões por mês.

Laporta não suportava o poder que o jogador tinha em relação ao time, aos técnicos, à diretoria, exigindo publicamente reforços. Indicando atletas, como Neymar.

A recepção a Messi no aeroporto. Torcedores sabem. O futebol francês será valorizado como nunca

A recepção a Messi no aeroporto. Torcedores sabem. O futebol francês será valorizado como nunca

Yves Herman/Reuters - 10.08.2021

Messi confirmou que baixou sua pedida salarial pela metade. Mas nem assim, Laporta buscou fórmulas para segurá-lo. Usou como desculpa o fair play financeiro, lei que obriga o clube a gastar menos do que arrecada. E o dispensou, depois de 21 anos.

A família real catari, dona do PSG, tratou de cobrar o brasileiro Leonardo, a se antecipar a qualquer clube, principalmente o Manchester City, bancado pela família real dos Emirados Árabes, e contratar Messi.

E o PSG deixou claro ao pai do jogador, Jorge, que queria a prioridade, caso ele não ficasse no Barcelona. Foi o que aconteceu.

Neymar se apressou em avisar a Messi que ele poderia ficar com a camisa 10. Ele a cedia ao 'melhor do mundo'.

Só que, a princípio, o argentino não a deseja. Ele assumira a número 30, que foi a primeira com que jogou no Barcelona.

Ele passará por exames médicos hoje.

E a apresentação oficial será amanhã.

Com direito a entrevista coletiva.

Como parte da celebração da contratação bombástica, o mais representativo símbolo de Paris, a Torre Eiffel repetir o que foi feito com Neymar, em 2017. Ficar com as cores do PSG. E em embaixo o nome do novo 'dono' do futebol francês. 

Messi...

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