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Felipão conseguiu o 'impossível'. Bruno Henrique diz 'não' à China

Treinador foi fundamental para convencer o volante a seguir no Palmeiras. Diretoria dobrou o salário do capitão e ofereceu quatro anos de contrato

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

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Bruno Paiva, empresário, de cara fechada. Mattos e Bruno Henrique empolgados
Bruno Paiva, empresário, de cara fechada. Mattos e Bruno Henrique empolgados

São Paulo, Brasil

Uma grande vitória.


Justo antes do clássico contra o Corinthians.

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E graças a Felipão.


O treinador foi fundamental para uma inesperada reviravolta. 

Os chineses do Tianjin Teda tinham a certeza de que contratariam Bruno Henrique.


O volante estava entusiasmado com a possibilidade de ganhar cinco vezes mais do que no Palmeiras.

Receberia R$ 1,5 milhão a cada 30 dias.


Seu salário era de R$ 320 mil no Palestra Itália.

Mas Scolari entrou em ação.

Pressionou.

Mostrou que o Tianjin Teda está a duas posições da zona do rebaixamento. E quando um clube cai, costuma despachar os estrangeiros. O contrato oferecido era de dois anos.

Scolari conversou muito também com o executivo Alexandre Mattos.

E falou da necessidade de segurar o versátil volante.

Homem de personalidade, seu capitão.

Não haveria como repor o elenco sem gastar muito dinheiro.

Daí veio a ideia.

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Dobrar o salário para R$ 700 mil.

E oferecer um contrato de quatro anos.

Com mais premiação, bônus por conquista, Bruno Henrique poderia ganhar muito próximo do que receberia na China.

Seguindo com a família ao seu lado.

No Brasil.

Além disso, a OTB Sport, empresa que administra a carreira do volante não queria entrar em conflito com o Palmeiras, o clube mais rico do futebol brasileiro.

No clube, além de Bruno Henrique, a OTB tem Gustavo Scarpa.

E Erik,que pertence ao clube, mas está emprestado ao Botafogo.

Scolari foi fundamental para a permanência de Bruno Henrique. "Seu" capitão
Scolari foi fundamental para a permanência de Bruno Henrique. "Seu" capitão

A OTB teve de dar um passo atrás.

Aceitar a permanência do volante.

Perdeu a comissão com a negociação.

Os chineses iriam pagar a multa de 6 milhões de euros (cerca de R$ 25,4 milhões).

Mas Felipão venceu.

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Convenceu o volante a ficar.

Ainda não há a confirmação.

Mas a multa do jogador foi muito aumentada com a renovação antecipada.

Felipão não poderia estar mais feliz.

Ele conseguiu segurar seu capitão.

Incentivo excelente contra o Corinthians.

O clima é de empolgação no Palmeiras.

Primeiro foi Dudu.

E, agora, Bruno Henrique.

Os chineses, mesmo mais ricos, não são invencíveis...

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