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Preferido para a vaga de Mano no Corinthians, Zanardi não pode dirigir o time no Paulistão

Técnico do São Bernardo foi visto no Parque São Jorge pela manhã; diretoria só não contava com um veto no campeonato estadual

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Zanardi já se reuniu com o presidente do Corinthians para assumir a vaga de Mano Menezes
Zanardi já se reuniu com o presidente do Corinthians para assumir a vaga de Mano Menezes Reprodução/Twitter

A falta de conhecimento a respeito do regulamento do Paulistão fará o Corinthians pagar mais um mico nacional. É que Marcio Zanardi foi o escolhido pelo presidente Augusto Melo para assumir o lugar de Mano Menezes, demitido nesta segunda-feira. O problema é que Zanardi dirige o São Bernardo no Campeonato Paulista.

O parágrafo terceiro do artigo 26 do regulamento impede que um treinador dirija duas equipes na mesma edição do Paulistão. "É vedada ao clube a contratação de treinadores que já tenham atuado por outro clube no Campeonato Paulista de Futebol Profissional da Primeira Divisão de 2024".

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Ninguém no departamento de futebol do Corinthians sabia desta situação. Detalhe importante: a diretoria alvinegra não vai confirmar, mas Zanardi foi visto na manhã desta segunda-feira no Parque São Jorge. Ele esteve reunido com o presidente Augusto Melo e o vice de futebol, Rubens Gomes.

Zanardi já havia sido convidado para trabalhar no Corinthians pela atual gestão. Mas, na virada do ano, a ideia era que ele assumisse o cargo de auxiliar-técnico fixo do Timão, pensando em virar o treinador do time principal no futuro. Zanardi recusou e preferiu continuar no São Bernardo, uma das surpresas do Paulistão de 2023.

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Agora, surgiu um novo convite. Resta saber se o impedimento no regulamento obrigará o Corinthians a buscar outro técnico.

Velho conhecido: Zanardi já trabalhou no Corinthians. Ele acabou demitido quando treinava o sub-17, apesar de ótimos resultados. Na oportunidade, a base tinha Augusto Melo como um dos assessores. A dispensa, que rendeu uma série de especulações e acusações, foi decidida pelo então presidente Roberto de Andrade. 

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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