José Boto é o maior ameaçado de demissão no Flamengo
Executivo de futebol pode ser dispensado em caso de eliminação para o Cruzeiro, nas oitavas de final da Libertadores
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O emprego mais ameaçado no Flamengo hoje é o de José Boto. O executivo de futebol rubro-negro coleciona algumas inimizades dentro do departamento de futebol e é alvo de uma enorme pressão externa, especialmente depois da falta de reforços nesta janela de transferências, apesar de o Fla ter quase R$ 150 milhões para gastar.
Uma eliminação para o Cruzeiro nas oitavas de final da Libertadores, nas duas próximas quartas-feiras, pode determinar a dispensa do português. Seria a segunda eliminação de um torneio importante na temporada, e com a impressão digital do Boto, que falhou nas contratações de Almada, Luiz Henrique e Zé Lucas.
Vale lembrar que o Fla já havia caído na Copa do Brasil para o Vitória, em uma das maiores zebras do futebol no país em 2026. Se restar ao Flamengo apenas o Brasileirão, mesmo após investimentos pesados como a compra de Paquetá, por R$ 315 milhões, a caça às bruxas será das maiores no Ninho do Urubu.
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Até o técnico Leonardo Jardim vai entrar na mira da torcida. José Boto é o alvo mais simples. Ele já havia corrido risco de demissão no ano passado, salvando-se graças aos títulos no segundo semestre. O fato de ter relação ruim com alguns jogadores e funcionários também pesa contra sua permanência.
Boto havia sido contratado por BAP com o moral de um dos maiores executivos do mercado europeu. Mas seu currículo na função é muito inferior. Ele havia sido coordenador de scouting no Benfica e no Shakhtar e passou a atuar como diretor no PAOK, tendo ainda atuado no Osijek, da Croácia.
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