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Diretoria do São Paulo está enfurecida com Dorival; entenda

Processo de fritura foi reiniciado no Morumbi após o treinador colocar a culpa da fase ruim do Tricolor nos gramados do CT

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Dorival Júnior enfrenta nova ameaça de demissão no São Paulo após críticas aos gramados do CT.
  • Declarações do treinador geraram irritação entre dirigentes e aliados do presidente Harry Massis.
  • O contrato de Dorival prevê multa rescisória alta, dificultando sua demissão imediata.
  • Treinador precisa de resultados positivos nos próximos jogos para manter seu cargo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dorival Júnior durante treinamento do São Paulo durante a Data Fifa Erico Leonan/São Paulo FC

Dorival Júnior voltou a ter seu futuro ameaçado no São Paulo. O triunfo sobre o Vitória, no último sábado (10), parecia ter amenizado a pressão sobre o treinador, mas suas declarações na entrevista coletiva pós-jogo provocaram enorme irritação entre dirigentes do clube.

Dorival detonou as condições de trabalho oferecidas pelo São Paulo, especialmente por causa dos três gramados do CT da Barra Funda. Para piorar, o técnico elogiou Rafinha, executivo de futebol do clube. A postura foi interpretada internamente como uma maneira de direcionar todas as críticas ao presidente do São Paulo e aos diretores que ficam no Morumbi.

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A reação nos bastidores foi extremamente negativa. Alguns dos aliados do presidente Harry Massis consideraram o discurso inaceitável e passaram a pressionar o presidente a demitir o treinador.

Porém, por ora, Dorival Júnior será mantido. O principal motivo é financeiro.

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O contrato do técnico prevê uma multa rescisória equivalente a três meses de salários, o que representaria um prejuízo de aproximadamente R$ 6 milhões para o São Paulo.

Diante da grave crise financeira enfrentada pelo clube, a presidência resiste à possibilidade de assumir mais essa despesa, mesmo com o desgaste provocado pelas declarações do treinador. Isso não significa, entretanto, que Dorival esteja seguro no cargo.

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A insatisfação interna aumentou consideravelmente, e o treinador voltou a depender de resultados positivos para garantir sua continuidade. Mesmo com o risco de rebaixamento reduzido, uma sequência de dois ou três tropeços poderá ser suficiente para provocar sua saída.

O calendário também promete colocar o trabalho de Dorival à prova. Os próximos compromissos do São Paulo no Campeonato Brasileiro serão contra Vasco, em casa, Mirassol e Bahia, fora, além do clássico diante do Corinthians, com mando são-paulino na Vila Belmiro.

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