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Brasil enfrenta a maior zica da Copa com seis baixas definitivas por lesão

Com Raphinha, lista de contusões na seleção brasileira chega a sete, quase todos do setor direito

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil enfrenta a maior série de lesões na Copa do Mundo de 2026, com seis baixas definitivas até agora.
  • Lesões começaram em março com Rodrygo e Vanderson, seguidos por Militão, Estevão, Wesley e, recentemente, Paquetá.
  • Raphinha também lesionou-se, mas deve retornar em breve, enquanto cinco dos lesionados atuavam no setor direito.
  • Carlo Ancelotti testa substitutos para o jogo contra a Noruega, com Danilo Santos, Martinelli e Endrick como opções.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lado direito assombra Seleção Brasileira e já são seis baixas para Ancelotti Rafael Ribeiro/CBF

O maior campeão da história da Copa do Mundo é também o país mais zicado deste Mundial. Pelo menos, em relação a contusões. Com Paquetá, que está fora do torneio após lesão muscular de grau 2 no posterior da coxa esquerda, o Brasil chegou à triste marca de seis baixas definitivas somente nesta temporada.

E nessa conta nem está incluído Raphinha, que deve voltar à seleção em breve. A onda de contusões começou em março, com os vetos ao atacante Rodrygo, do Real Madrid, e ao lateral-direito Vanderson, do Monaco. Em abril, foi a vez de Militão, do Real Madrid, e Estevão, do Chelsea, serem descartados.


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Carlo Ancelotti ainda perdeu o lateral-direito Wesley, da Roma, no último amistoso antes da Copa. Paquetá se tornou a sexta baixa após contusão na vitória de virada por 2 a 1 contra o Japão. Já Raphinha havia sentido a coxa na segunda rodada da fase de grupos, contra o Haiti. Mas seu problema foi bem menos grave que os demais.

Bruxa solta: dos seis jogadores que viraram problemas definitivos, cinco têm algo em comum: estavam sendo preparados para jogar do lado direito da seleção de Ancelotti. Vanderson, Wesley e até Militão como laterais, Raphinha e Estevão como pontas. Até Paquetá foi utilizado ema algum moneto pelo setor.


Não fosse pela capacidade de reposição do futebol brasileiro e a seleção teria enormes complicações para o confronto de domingo, contra a Noruega, válida pelas oitavas de final da Copa.

Durante a semana, Ancelotti fará testes para escolher o substituto de Paquetá. Se quiser manter o esquema 4-3-3, a tendência é que a vaga fique com Danilo Santos, do Botafogo. Martinelli e Endrick tornariam o Brasil mais ofensivo.

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