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Vasco pega Nova Iguaçu em crise política e com São Januário com portões fechados

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Em um ambiente conturbado politicamente, o Vasco viu o ano começar mal dentro de campo após uma derrota por 2 a 0 para o Bangu, na estreia do Campeonato Carioca. Com a missão de acalmar os ânimos, volta a jogar neste domingo, quando encara o Nova Iguaçu, pela segunda rodada do Grupo B, de novo no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, com os portões fechados.

Em um dos atos do imbróglio eleitoral vivido pelo time, Eurico Miranda se recusou a cumprir medidas administrativas e o jogo contra o Bangu quase foi cancelado. "Sim, estamos incomodados. Não ficamos sabendo das coisas. Não sabíamos se tinha jogo, se tem passagem e quando vão nos pagar. Isso dói", disse o goleiro uruguaio Martín Silva após o jogo.


O time vascaíno terá uma baixa importante para buscar os primeiros pontos na competição estadual. O meia Nenê foi expulso na rodada passada após receber o segundo cartão amarelo, por reclamação, e não está à disposição do técnico Zé Ricardo. Quem também pode virar baixa é Paulinho, que torceu o tornozelo e será reavaliado. Diante dos inúmeros problemas nos bastidores do clube, os jogadores não escondem que a situação tem influenciado o ambiente.

O Nova Iguaçu estreou com um empate por 1 a 1 com a Cabofriense e está na frente do Vasco na tabela de classificação do Grupo B, com um ponto somado. Em preparação para o duelo, o volante Wallace desconsiderou o problema interno vivido pelo adversário. "Temos que respeitar o Vasco, que é nosso próximo adversário, mas também não podemos temê-lo", afirmou.

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