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“Reserva de luxo”, brasileiro veterano do UFC auxilia americano no UFC Barueri

Cristiano Marcelo foi o responsável por coordenar os treinos de jiu-jitsu de T.J Dillashaw no País

Mais Esportes|Diego Ribas, do R7, em Barueri

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O veterano Cristiano Marcello é especialista em jiu-jitsu
O veterano Cristiano Marcello é especialista em jiu-jitsu

Quando o americano T.J. Dillashaw entrar no octógono nesta quarta-feira (9) no UFC Barueri para enfrentar o dono da casa Raphael Assunção, os cerca de cinco mil brasileiros presentes no Ginásio José Correa estarão vaiando e torcendo por sua derrota ao coro de “uh, vai morrer!”.

Mas, entre os brasileiros, um em especial estará ao seu lado no corner. Trata-se de Cristiano Marcelo, veterano do UFC e especialista em jiu-jitsu, modalidade que o permitiu realizar intercâmbios nos EUA e, com o sucesso do trabalho realizado, se tornar uma espécie de reserva de luxo do Team Alpha Male, equipe de Dillashaw.

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Em setembro passado, Joseph Benavidez também contou com a presença de Cristiano em seu corner no UFC BH 2, em duelo contra o brasileiro Jussier ‘Formiga’. Na ocasião, o visitante venceu por nocaute ainda no primeiro round e coroou com perfeição o início das parceria com o líder da CM System.

- Primeiro foi o Benavidez,e, depois de dar tudo certo, o próprio T.J falou comigo e aceitei de prontidão. É uma honra ficar no corner deles. Tive oportunidade para estudar o jogo o Raphael Assunção, que é um moleque muito duro, e passar alguns toques para ele.

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Amigo de longa data de Fábio ‘Pateta’ Prado, treinador oficial da Alpha Male, Cristiano recebe os americanos no Brasil, coordena a os treinos de jiu-jitsu nas últimas semanas antes da luta, faz o trabalho e ainda fica responsável por ajudar na adaptação dos atletas ao clima diferente.

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Nada demais para quem, como ele mesmo faz questão de dizer, acumula 16 anos de experiência apenas como faixa-preta, uma longa passagem pela academia Chute boxe, além de duas temporadas nos EUA. A primeira delas para se dedicar como técnico da arte suave, e a segunda para integrar o elenco da 15ª edição do TUF americano.

- Morei três anos na América, em 95. Então conheci grandes técnicos de lá, e no TUF muita gente conheceu meu trabalho e tive grande afinidade com o time Alpha Male. Mantivemos contato e surgiu a oportunidade de fazermos esses intercâmbios, que são sempre muito bem vindos. É o profissionalismo, não é mais questão de Brasil x EUA.

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